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Mostrando postagens com o rótulo Respeito

Respeitar o outro não pode custar o seu respeito

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Nem sempre a atitude correta que devemos tomar é a mais 'bonita' aos olhos dos outros. Ao observar uma situação em que havia dor causada por um desrespeito evidente, comecei a me questionar: até que ponto devemos conviver com quem atropela o respeito e a nossa liberdade de ser quem somos? Ou melhor, até que ponto sustentamos relações que ferem o respeito por nós mesmos? Seja na família, no trabalho ou na sociedade, muitas vezes permanecemos em convivências por obrigação, por vínculos antigos ou até por respeito ao outro. Mas tudo tem um limite, e há situações em que o retorno ao convívio se torna inviável. Eu gosto das histórias bíblicas justamente porque não as romantizo. Pelo contrário, gosto do que é direto, do que é “preto no branco”, do que muitos evitam encarar. Na história em que Moisés vai até o faraó para libertar o povo, vemos algo profundo: nas primeiras pragas, o faraó endurece o próprio coração ao dizer “não”, ou seja, exerce seu livre-arbítrio. Mas, nas últimas, o...

Nesse carnaval o destaque foi para o ódio gratuito.

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Esse texto não é sobre quem gosta ou não de carnaval. Se carnaval é certo ou errado, do bem ou do mal. Mas sobre pessoas e posturas que exercemos diante aquilo que não gostamos, sobre respeitar o próximo, a sua crença e fé.  Antes de mais nada é bom avisar que nenhuma pessoa aceita tudo, as pessoas falam isso de forma irresponsável, rasa e mentirosa. Ninguém é obrigado a gostar de tudo e, exatamente, por isso devemos saber o nosso lugar tanto ao se expressar quanto estar fisicamente em algum lugar. Vamos ao exemplo: eu não gosto de carnaval, deixa eu explicar. Nasci idosa, com respeito a todo idoso. Aliás, há muitos idosos que nunca envelhecem, mas eu já nasci ‘velha’. Nunca curti balada, som alto, adoro o ‘barulho’ do silêncio, sim, ele existe e era uma péssima companhia quando era ‘obrigada’, pelas minhas amigas, ir a uma balada. Aliás, passando de um determinado horário virava um ‘puff’, literalmente, encostada em algum canto. Mas respeito quem curte o agito. Neste carnaval,...

Socorro, o mundo está na UTI.

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Hoje, mais do que nunca, precisamos saber o que é certo, errado. Ético, antiético. Moral e imoral. Com a acessibilidade que temos aos meios de comunicação, a informação democratizou. Ou seja, hoje, podemos ter acesso a tudo. Com isso, somos jogados a um ‘zoológico’ onde encontramos de tudo. Só que nesse lugar, metafórico, para encontrar o que queremos, inclusive para aprendermos, precisamos estar ‘fincados’ em valores sadios. E, não é só isso, precisamos nos comprometer com a verdade. Infelizmente, muitos profissionais da comunicação não conseguem, mais, ser éticos, pois ‘perderam’ essa capacidade tamanha lavagem cerebral que sofreram e, fora, a preguiça em se melhorar. Para ser profissional precisa ter muita dedicação atrelado a princípios incorruptíveis, ou seja, tem que ter muito comprometimento, a maioria não tem, e ainda fica com medo de sair do ‘mercado cool’. Com isso, viram pessoas sem graça e perigosas, como papagaios que só repetem, bicam, sem a capacidade de entender e d...

Não se encolha para caber no mundo dos outros

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  Compartilhar a vida deve ser uma dádiva, mas não um fardo. O mundo é tão diverso, cheio de opções que, diariamente, esbarramos e acabamos convivendo com pessoas totalmente diferentes a nós. Isso é uma delícia porque o mundo do outro nos traz ‘descanso’ do nosso mundo particular. Conviver com nós mesmos é, muitas vezes, cansativo. Então, nos alegramos em ´fugir´um pouco para o universo do outro. Mas, como tudo na vida, não podemos ser aquilo que não somos, por muito tempo. Como a vida é dinâmica, nesses encontros conhecemos sócios, amigos, nos apaixonamos, casamos. O problema é quando essas decisões são tomadas tendo como base emoções e não razões. Claro que o outro é diferente de nós, o que é necessário, aliás só crescemos conhecendo, respeitando a imensidão do outro, aprendendo e tendo que lidar com isso, porém o problema é quando os valores são tão diferentes que, para conviver, ‘precisamos’ ser aquilo que não somos e acabamos nos violando. Como se o céu tentasse ser mar, p...

Se tem algo ‘bom’ na guerra é que as máscaras caem.

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Quando vejo meninas vestindo seus shorts curtos e  usando camisetas apoiando o Hamas é a constatação de que a ignorância é a ‘bandeira’ que as representam.  O mundo ficou estarrecidos, diante a tamanha barbaridade que começou a ocorrer em Israel, a partir do dia sete de outubro, mas logo o ‘injustificado’ foi sendo ‘justificado’ com base na burrice, na hipocrisia e falta de estudos já que muitos ‘omitem’ uma parte da história.  Quando essas pessoas gritam "Free Palestine”, culpando Israel , esquecem que os palestinos estão sob um regime terrorista , palavra que a ONU não consegue falar. Paradoxalmente, os que protestam, clamam e choram pela parte oprimida esquecem dos reféns sequestrados, torturados, estupradas de Israel e, também, não fazem o mesmo ‘movimento’ por aquelas crianças palestinas as quais são ensinadas, nas escolas, desde a mais tenra idade que ‘judeus são monstros’ e que é necessário matá-los. A maioria delas, provavelmente, nunca viu um judeu por viver sob ...

A paz se constrói e começa conosco.

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Temos uma ideia infantil do que é a paz. Achamos que devemos aceitar tudo, sair abraçando quem encontramos com a música “Imagine”, do John Lennon tocando ao fundo. Isso não é paz, isso é ‘ingenuidade’ com uma pitada de ignorância.  Para viver bem precisamos sair da nossa posição de soberano e dar espaço para o outro existir.  Fazer concessões, abrir mão do que é desnecessário. É como em um relacionamento, ou seja, nem 100% da vontade de um, nem na do outro, mas criar um ambiente em que ambos existam com suas verdades, para isso é necessário as concessões. Para haver a paz precisamos querer-lá.  Ela não é uma ideia infantil, ingênua ao qual brotará do nada.   A paz começa na nossa casa, no trato entre as pessoas, no reconhecimento das diferenças, na delicadeza do dia a dia. Quando falo no respeito pelas diferenças, não significa aceitar qualquer coisa ou bizarrices, muito pelo contrário, é ter a ética como fundamento, ou seja, os valores que respeitam à vida. É dist...

O que você acredita está fundamentado no lugar certo? Uma guerra de valores…

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Infelizmente, ficamos chocados com a ignorância humana, com o caminho que uma parte da humanidade escolheu seguir. “Estamos em guerra”, disse Benjamin Netanyahu - Primeiro Ministro de Israel. Então, começaram a surgir imagens de mulheres, homens, idosos sequestrados, mortos, bebês decapitados entre outras barbaridades que o ser humano, ou melhor, desumano decidiu fazer. Mas já tem muitos especialistas sérios informando e explicando sobre a guerra em si. Quero falar e, peço sua licença, sobre o nível ao qual chegamos. Diante aos horrores, vejo pessoas “estudadas”, algumas se denominam “especialistas”, coloco entre aspas para descrever com incredulidade sobre esses “seres”, aos quais justificam tamanha crueldade. Indivíduos que não sabem história, “jornalistas” simpatizantes por uma vertente que explicam o inexplicável. “Pessoas” que não tem mais alma, só instinto animal, com respeito a todos animais, já que decidiram defender monstros. Acredito muito no diálogo, para respeitar tod...

Será que estou seguindo meu caminho?

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Será que bancamos quem somos ou nos acomodamos aos gostos dos outros e ao que eles esperam de nós? Claro que a vida pede ajustes diários, afinal, ocorrem problemas, situações as quais precisamos nos adaptar, mas será que estou seguindo meu caminho, como quero, com escolhas que faria sem a influência, imposição do outro? Na realidade é muito fácil se encantar pelo caminho de alguém, se ‘desviar’ do nosso protagonismo e, com isso, abrir mão do comprometimento que devemos ou deveríamos ter com a nossa vida. Quando construímos nosso caminho, segundo a vontade de outra pessoa, chega uma hora que não conseguimos mais seguir, nos tornamos improdutivos, ficamos sufocados e somos obrigados a abandonar aquela mentira. Precisamos entender que existem crenças que não ‘combinam’ com a gente e, por mais carinhoso e cuidadoso que pais, responsáveis, tenha nos passado, não fazem parte do nosso ser, não adianta insistir. Seria como pedir para o peixe fazer um esforço para tentar viver na água, ele morr...

Somos todos Chris Rock e Will Smith.

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Ficamos chocados com o que houve na cerimônia do Oscar. Tentamos ‘nos encaixar’, em um dos lados, justificar, como tudo na vida… Mas, a real, é que temos que entender que nos foi dado uma amostra, ou melhor, uma caricatura da nossa vida. Somos “Chris” quando, às vezes, ofendemos, direta ou indiretamente, alguém. Passamos do ponto, falamos besteiras, para sentir-se o poderoso ‘da turma’, o cool,  para ganhar “likes”, na vida. Somos “Will” quando chegamos ao limite em que alguém, indelicadamente, entrou ou ultrapassou. Mexeu com aquilo que não deveria…Explodimos, saímos do prumo… Viramos bichos.  Somos essa dualidade, diariamente, nas redes sociais, com parentes e com nós mesmos. Não nos levamos a sério, nos maltratamos, ‘passamos do ponto’ e, por fim, nos agredimos. Exatamente como foi visto na  premiação.  Temos que achar o equilíbrio que precisamos na vida. E, necessitamos transcender essa ideia inútil, ao tentar ‘se encaixar’, em um dos lados. Veja o ódio político,...

Ninguém é responsável pela sua parte emocional.

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Existem coisas que são intransferíveis, ou seja, só cabe a nós ‘resolver e carregar’, a nossa vida emocional é uma delas. Nos ensinam a ter independência financeira, mas esquecem de nos ensinar que temos que ser ‘livres’ também, na parte emocional, espiritual. Entregamos, aos outros, nossas carências, sonhos e o que esperamos da vida, como se escrevêssemos em um ‘post it’: “Faça isso acontecer”. Mas a vida não ‘acontece’ desse jeito, cada um é responsável em curar suas próprias feridas , e dar ao outro a liberdade, de - somente - entrar e participar da ‘refeição’ quando ela já estiver pronta, afinal, quem irá prepará-la é você. Digo ‘participar do banquete’ porque você não deve dar ao outro a liberdade, que não lhe convém, e muito menos, permitir que lhe faça infeliz, roube sua paz ou lhe tire do prumo. Você deve remanejar os sentimentos, ou melhor, ressignificar as coisas. Inclusive a forma como cada um irá reverberar em você.  Crescemos com o arquétipo estúpido da princesa ...

Respeite tudo e não desperdice nada.

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Algumas pessoas têm o hábito, horroroso, de associar excesso de luxo, desperdício à riqueza, mas é exatamente o oposto. Todas as coisas contêm energia, acreditando ou não. Aliás o mundo, a cada dia, avança para nos conscientizar que somos mais do que um ‘corpo físico'. Veja os celulares, a tecnologia que vai além, ou nem precisa mais, de um ‘cabo’. Hoje falamos em guardar coisas na ‘nuvem’... Já ‘alcançamos’ o céu, mesmo estando na Terra. Chegou a hora de compreender que não estamos aqui a passeio, e isso vai além de uma religião, falo sobre espiritualidade.   Todas as coisas têm uma faísca divina, mesmo as materiais. Cá entre nós, é impossível ver a natureza com toda a sua beleza, nuances de cores, formas, complexibilidade, organização e achar que não há ‘algo’ maior. Geralmente, olhamos as coisas conforme nosso prisma, aquilo que acreditamos, respeitamos e segundo a nossa história de vida. Para um pobre o que ‘vale ouro’, talvez, para um rico é besteira. Porém, temos de nos...

Preciso ser uma boa companhia para mim.

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Podemos estar rodeados de pessoas, mas nossa satisfação interior depende daquilo que fazemos - exclusivamente - conosco. Como diz meu pai: “Não espere que pé de manga dê banana”, e isso deve ser aplicado em todas as nossas relações humanas. Colocamos, muitas vezes, expectativas em pessoas/situações onde elas não estão aptas para nos satisfazer. Não estou falando de respeito, isso qualquer ser humano deve e tem potencial para dar, porém digo sobre o que os outros tem como características e aquilo que esperamos delas. Vale lembrar que não quer dizer que a pessoa seja ruim, por não corresponder às nossas expectativas, muito pelo contrário, aquilo que o outro não é capaz de lhe dar, cabe a cada um de nós, desenvolver na quietude da alma. É importante ressaltar, antes de tudo, que devemos saber o que esperamos de um relacionamento, seja ele qual for, inclusive para ajustar aquilo que almejamos. O que é essencial e precisamos não devemos abrir mão e, em cima disso, devemos “procurar” alg...

Nos entupimos com lixo mental.

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Perdemos a maior parte do nosso tempo com aquilo que não nos leva a lugar algum. Prioridade é aquilo que determinamos ser importante, mas na realidade não é o que fazemos. Gastamos muito tempo vendo a vida dos outros em redes sociais e ainda nutrimos sentimentos vazios. ‘Seguimos’ quem 'monta', mostra mentiras e não a realidade. Justificamos falando que aquilo dá ‘resultados’, porém não checamos os reais resultados. Já parou para analisar quantas pessoas você segue na internet e que não te acrescenta em nada? Compramos o que não precisamos, criamos necessidades exacerbadas e construímos uma vida imoral. Uma das desculpas que damos é que o mundo mudou e agora é ‘assim’, mas o seu ‘assim’ está em congruência com a desculpa que você usa? Quem disse que você tem que seguir a mentira construída pelos outros? O mundo está do jeito que está, exatamente pelas pessoas seguirem os outros e não assumirem suas escolhas, responsabilidades e deveres. Precisa ter muito culhão para ser realm...

A intolerância é a doença que mais mata.

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Enquanto você achar que o outro é o problema, você não estará aberto para a solução que o mundo precisa. Ao visitar o Museu Judaico de São Paulo, pude constatar, o quanto a intolerância continua sendo uma das coisas que mais temos de lutar. Hoje, muitas causas ganham vozes e isso é muito bom, mas quando falamos sobre nossas decisões pessoais, nosso corpo, dentro de casa e aquilo que acreditamos, se isso não está de ‘acordo’ com o que a maioria acredita, você é massacrado. Com discursos políticos até muito ‘bonito e comovente’, abre-se uma porta para intolerância àquele que decidiu seguir outro caminho, talvez não tão popular. O que mais chama a atenção é que as pessoas nem param para pensar se o caminho que escolheram realmente faz sentido para elas. Uns apoiam-se no ‘certo do outro’, e seguem de olhos fechados. Ideologias veladas são as piores que existem.  Os intolerantes são pessoas que se acham donos da razão. Gostam de andar em massas para esconder a escassez da sua inteli...

Não devo me incomodar com aquilo que não me pertence.

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        Gastamos muita energia com o que não foi endereçado a nós.  A convivência em família, no trabalho, com o ser humano é uma escola. Temos que saber como nos portar a todo instante seja na hora de falar, calar, se posicionar e entender que aquilo que não é meu não devo carregar. Isso é ser sábio! As pessoas escolhem seus próprios caminhos e devem ser respeitadas. Se o que eu estou vendo não faz parte daquilo que acredito, não me fere e eu preciso conviver com a pessoa, então eu devo aprender e saber como me comportar. Há coisas que nem vale a pena falar, pois a pessoa não está aberta, pronta ou quer escutar, então não sofra, siga seu caminho e não espere que o outro leve em consideração aquilo que ele talvez nem tenha competência para entender. Cada um tem seu tempo, história e livre arbítrio.  Por isso, quando estiver em família, no trabalho, e estiver acontecendo algo que não encontra ressonância com quem você é, pergunte a si: “Isso pertence ...

Os idosos não podem ser podados do poder de decisão.

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Uma coisa é ter respeito pelos mais velhos, outra é tratá-los como pessoas sem capacidade de decidir. Existe uma ‘infantilização’ no tratamento com os idosos. Digo, no sentido, de não achá-los aptos na habilidade de escolhas com o que querem. Claro, que há casos, seja por doenças ou outras situações, que alguém deve decidir. Mas, estou falando sobre tirar a dignidade dos idosos em circunstâncias que deveriam ser tratados com respeito pela idade e pela história de cada um, independente de concordarmos ou não com eles. Quando chegam em uma época da vida, que mereciam ser honrados com essa oportunidade de decisão, vem os filhos com uma super proteção infantil e desrespeitosa ao tratá-los como disfuncionais! Peraí, respeite o que eles já fizeram e onde já chegaram. Entendo também os filhos que querem retribuir aquilo que receberam dos pais, porém precisamos saber nosso lugar. Isso exige uma auto observação para ressignificar os papéis de uma forma sábia, e não o que vemos por aí.  Honr...

Ao entrar na casa de alguém tenha respeito moral.

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  Nem todo mundo deve fazer parte do seu lar. Lembro da frase: “Casa dos outros, respeito em dobro” . Talvez seja porque não é só o cuidado ‘físico’, com as coisas, que devemos ter. Tenha respeito com a história daqueles que ali moram. Temos que saber como nos portar, de forma que a expansão do meu ‘eu’, não incomode ninguém. “Ah, mas eu tenho que ser eu mesmo”, a pessoa pode dizer... Claro, ninguém consegue ser uma mentira durante muito tempo. Mas do mesmo jeito que usamos roupas adequadas para ir a cada local, temos que saber nos comportar (segurar nossa boca, modos) na casa dos outros. Saber quem são as pessoas daquele lar, do que eles gostam, mostrar respeito quando entramos no ‘seu recanto’. Nossa casa não é extensão da casa dos outros. Construímos nossas histórias - no nosso núcleo familiar, com limites - sendo diferentes para cada família, hábitos, valores. Só podemos dar liberdade para quem mostra sabedoria com a liberdade que ganhou.  Li, uma história que toda vez...