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Mostrando postagens com o rótulo Entendimento

Aprecie aquilo que você tem.

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Achamos que devemos seguir os nossos sentimentos, mas são eles que têm que nos seguir. Vivemos em um mundo consumista. Temos que ‘ter  muito’ sem freios e limites, mas a pandemia nos trouxe a oportunidade de valorizar aquilo que já temos. Claro, que isso é um caminho contrário de tudo aquilo proposto, porém rico em conhecimento, entendimento e percepção para valorizar aquilo que só você tem. Quando olhamos, ou invejamos, algo no outro é porque deixamos de olhar e valorizar aquilo que é nosso. Óbvio que devemos ter desejos e metas para alcançar algo, mas isso não deve anular o aproveitamento daquilo que possuímos. Nos perdemos na correria, no dia a dia, em apreciar coisas que nem teríamos a capacidade de comprar e que ganhamos - de graça -  talvez até sem merecimento. Esse discernimento não virá sem nenhum esforço, precisamos fazer um exercício de reconhecimento constante. Assim como precisamos aprender a nos valorizar e a amar, necessitamos enxergar tudo o que já temos. Jo...

“Eu só quero ser feliz" vem estragando muitas gerações.

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Educar é uma mistura de arte com um jogo de resistência. Como em cada arte há a sua exclusividade, planejamento e tempo para sua execução, cores, profundidade, beleza na sua apresentação. E, no jogo de resistência à sua estratégia, mudanças a cada novo obstáculo que surge, paciência, observação, entender o que pode esperar de cada ‘jogador’. Porém, vivemos em um mundo superficial, rápido e irresponsável. Todos querem a 'pílula mágica’, filhos bem sucedidos sem muito esforço - delegando para escolas e cursos o ‘resultado’ de uma ‘vida de sucesso’, e com a gente ocorre o mesmo. Queremos emagrecer milagrosamente, que o casamento funcione sem trabalho nenhum, que a casa arrume em um touch, que os filhos não dêem trabalho. Utopia, como em um filme, de uma hora e meia, onde busca-se a felicidade e tudo se resolve. Esse pensamento pobre está enraizado em várias culturas, inclusive na nossa. A percepção de felicidade é desde cedo associada à satisfação rápida, prazer instantâneo e mome...

A matemática da maternidade não é exata.

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O que serve para um não serve para o outro. E isso é incrível.  A ‘justificação’ em cima da maternidade, principalmente nas redes sociais, virou um hábito. A real é que se não olharmos, entendermos e aceitarmos os nossos filhos - como são - nada funcionará. Vejo tantos pais tentando ‘jogar’ para o filho algo que não lhe pertence, que fica difícil algo fluir. Maternidade é um trabalho de formiga, ou seja, de constância e trabalho árduo que não dá para delegar, durante muito tempo. Precisamos de apoio sim, mas o trabalho é nosso e a responsabilidade também. Costumo dizer que filho veio para ‘desmontar’ tudo aquilo que a gente ‘achava’. E para aqueles que se abrem, isso é uma ‘delícia’. Nem sempre de forma prazerosa, mas transformadora e profunda. Descobri que mudar de opinião é incrível e libertador, e isso veio através dos meus filhos. Ser flexível nos faz aventurar em lugares novos. Logo nas primeiras horas com a criança, vemos a nossa ‘incapacidade’ diante do desconhecido. Sim...

A rotina é uma benção.

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Vejo com surpresa a ‘demonização’ do nosso dia a dia.  Matérias sobre como ‘não cair na rotina’ dão receitas cansativas e cafonas para casais lutar contra o inevitável. Ah, por favor, vivemos em uma realidade onde a rotina é necessária para qualquer crescimento, inclusive no casamento. Aliás, a disciplina anda de mãos dadas com a rotina e nos ajuda na educação dos filhos, no trabalho, na casa e em qualquer coisa onde almejamos crescer. Claro, que sair da rotina, às vezes, é necessário, mas vale lembrar: “A liberdade está na eterna vigilância”. Exceções não podem ser o protagonista do nosso dia a dia. O que temos que fazer é desenvolver e ter uma rotina agradável, mesmo com todo o trabalho. Entender que o esforço exigido é para nosso bem estar e evolução. Mudar aquilo que precisa ser mudado e desenvolver o prazer naquilo que vivemos. O casamento tem que ter uma rotina agradável, respeitosa. Intimidade não nos dá passe livre para falta de respeito. Têm coisas que não se fala para o...

Precisamos eliminar o mal do meio de nós.

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          Assim como precisamos cortar, podar e erradicar qualquer praga de uma planta, o mesmo deve ser feito em nossas vidas. Para alcançar o crescimento que almejamos, precisamos reconhecer aquilo que nos impede de crescer. Geralmente colocamos a culpa de qualquer problema em nossas vidas no outro, mas não podemos culpar o outro por algo que aceitamos ‘carregar’. Somos responsáveis pelo que fica e cultivamos na nossa vida. Devemos ter bom senso e reconhecer nossos limites. Nos cercar de boas ideias e pessoas. Entender que há coisas que não devem  entrar em nossas casas porque não seremos capazes de administrar o 'possível' estrago. Nos escondemos atrás de desculpas, que ‘estamos no controle de tudo’, para justificar os erros que queremos cometer.  Pensamentos que insistem em nos colocar para baixo são ervas daninhas que precisamos eliminar a cada dia. Ideias que não nos pertencem são amarras que não nos deixam viver a verdadeira liberdade....

A essência da amizade...

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  Para refletir: Os amigos que você escolheu, têm desenvolvido a função de amigos? Em uma amizade, precisa existir uma troca para o crescimento e enriquecimento conjunto. Em suas amizades você consegue aprender e ensinar? Ajudar e ser ajudado?

Vivemos com o que recebemos, mas...

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  Para refletir: Qual a desculpa que você tem dado, em relação ao que recebeu, para justificar sua estagnação diante ao que deveria fazer? Evoluir, exige de nós deixar ‘bagagens’ que não nos pertence. Quais bagagens que você está carregando e que a/o impedem de ser alguém que possa ajudar o próximo?

Não é porque você quer e pode fazer algo, que você deve fazer.

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          Vivemos uma época de valores imorais justificando que temos o direito e/ou dinheiro para fazer algo. Muitas vezes, nos damos o ‘direito’ de fazer as maiores loucuras, como desculpas daquilo que não assumimos consertar em nós. Sim, somos seres em evolução. O autoconhecimento deve andar de mãos dadas com a auto observação. Sempre é muito mais fácil esconder-se em frases como: “Eu posso”, “Eu tenho o direito”, “Eu tenho dinheiro”. Todas essas frases são verdadeiras e fazem sentido, em contextos e histórias diferentes. Porém, às vezes, não podemos nos dar o direito mesmo tendo dinheiro, e muito menos quando não o temos . É como uma alimentação saudável, devemos ter uma rotina de hábitos sadios para, de vez em quando, poder fazer concessões e não ao contrário. Mas a maioria vive com descuidos em tudo. Doenças surgem, falta de energia, relacionamento desfeitos, crianças perdidas, mal humor como resultado desse estilo de vida sem regras, ‘cheios de di...

Talentos são bens emprestados por D’us que temos a obrigação de compartilhar.

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Admiramos talentos dos artistas, habilidades das pessoas em fazer o bem, mas e o que fazemos com os nossos dons? Damos desculpas que não temos nenhum talento especial que mereça ser ‘mostrado’ na tv, campo de futebol ou onde os talentos são supervalorizados. Com isso, nos acomodamos ao achar que não temos o que fazer. Acabamos nos desmerecendo por uma ideia errônea sobre algo que chamamos de talento e nem sempre é. D’us não manda ninguém para cá a passeio e desprovido de alguma habilidade. Temos obrigações sim, inclusive de não ser mais um peso para o planeta. Todos que estão aqui têm a capacidade de dar algo de si. Palavras, gestos, ações são vocações também. Mostramos  para os filhos ideias de ‘talentos’ que para eles, muitas vezes, são inalcançáveis. Talento é a habilidade de transformar aquilo que você tem em algo que ajuda a si e ao próximo.  Uma dona de casa que faz sua casa ter paz e aconchego tem um talento que deveria ser mostrado em todas as redes sociais. Um pro...

Não olhar e desejar a ‘casa do vizinho’ é uma dádiva a ser conquistada.

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                    Milhões de views alimentam o desejo por aquilo que nem sempre nos pertence. Calma, antes de tudo vale a pena um posicionamento… Descobrir coisas, ter metas profissionais, materiais, pessoais é necessário para ter um propósito no nosso caminhar, porém cobiçar aquilo que é do outro e portanto não nos pertence é como patinar sem conseguir sair do lugar. Aquilo que é nosso chegará até nós - fato. Ninguém pode pegar, roubar o que é destinado a nós, ainda que pareça. Na Bíblia, fico encantada com a conquista da terra prometida. Quando os hebreus passavam por alguma terra que não lhes pertenciam, D’us ordenava que não fossem guerrear com o povo daquele lugar porque ' O Eterno não estaria entre eles' , isso significa que eles não teriam sucesso ao tentar conquistar aquela determinada terra. Então, quando o povo teimava em ter aquilo que não lhes pertenciam, eles perdiam feio a guerra, desgraças aconteciam, mas qu...

Temos que transformar as ‘coisas’ que chegam até nós.

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                Sempre temos opções de como reagir a tudo que chega até nós. Isso não significa que seja fácil. Quando ficamos estupefatos, indignados, revoltados, decepcionados, tristes com as situações que chegam até nós, nem nos damos conta que temos a escolha de fazer o que a maioria faz ‘só reclamar’, ou aceitar, nos transformar para alcançar novos horizontes.  Na vida, quando ficamos 'doentes' - fisicamente, mentalmente e espiritualmente, ou temos ‘cicatrizes’ que precisam de tratamentos, D’us manda remédios e tratamentos nada convencionais , mas que são exatamente o que necessitamos para nossa cura completa. Situações onde precisamos tomar uma nova postura para nosso crescimento... Aquela convivência com a família que se torna sufocante e que precisamos aprender a nos posicionar. O trabalho que começa a nos sugar é a hora exata de mudar e seguir para novos ares. O relacionamento que fica incômodo, insustentável é quando p...

Quando nos demos o direito de xingar o outro?

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  Quando exigimos respeito, temos que começar pelo nosso dever de respeitar o próximo.  É assustador constatar que as redes sociais viraram uma terra sem lei. Todos ‘se acham’ no direito de falar seus pensamentos ( uma exposição desnecessária - muitas vezes - do pior de si, fazendo dessas redes a extensão da sua sala de estar, ou em outros casos, o banheiro)  e xingar aqueles que não fazem parte do ‘seu grupinho’. Infelizmente, a maioria são adultos que agem como crianças que não sabem brincar. Fico imaginando esses pais educando seus filhos... E o grande problema nisso tudo é que não adianta só falar, porque a palavra convence, mas o exemplo arrasta . Crianças são esponjas! Talvez isso explique quando vemos crianças falando para professores e funcionários da escola: “Meu pai paga seu salário, por isso vou fazer o que eu quero”. Não adianta dar o melhor financeiramente, se vocês (pais) não tiverem o comprometimento em ser o melhor de si diariamente. Enquanto não alimenta...

Em todo lugar de tristeza há um potencial para alegria.

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                   Não é fácil passar pelo vale da tristeza, ou mesmo, o vale da sombra da morte. Muitas vezes, não entendemos o motivo de passarmos por algo, nossa condição humana é muito limitada para entender os propósitos divinos. Raiva, tristeza, luto, revolta são alguns dos sentimentos que nos assombram quando passamos por algum deserto pessoal e não encontramos sinal de vida, somente um solo arenoso. Mas não temos como fugir, temos que encarar e vivenciar. Sei que as redes sociais mostram uma vida ‘só de alegrias’, mas isso não existe, assim como a terra necessita das quatro estações para seu bom funcionamento, algumas situações e sentimentos são essenciais para o nosso próprio ‘bom funcionamento’. Aliás, D’us nos dá tantos sinais na natureza de como será nossa vida… Se ao menos a observássemos com atenção, entenderíamos e respeitaríamos que tudo tem seu tempo. Claro que temos o nosso trabalho individual, inclusive o de ...

Não alimente 'seus demônios'.

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Temos uma visão muito infantil de D’us. E, com essa percepção, vivemos uma vida errônea e medíocre de valores. Achamos que  D’us 'tem' que lutar contra o mal, similar as famosas disputas que vemos nos filmes, como se o mal fosse uma força independente do Criador. Ledo engano! Permita-me mostrar uma visão judaica, e no meu ponto de vista realista para nosso comprometimento, D’us deu, dentro de cada um o yetser hara (o mau instinto), esse nome assusta, mas como tudo o que D’us faz é para o bem, isso também é incrivelmente para nosso bem e evolução. O mau instinto serve para nos fortalecer, nos impulsionar para vencer e transcender os obstáculos. Metaforicamente falando sabe aquela tal ‘vozinha’ que diz: “Você não vai conseguir, você não é capaz, brigue com todos, passe como um trator em cima dos outros”, e por aí vai? Esse é o nosso mau instinto. De forma imatura, alguns o chamam de demônios, mas D’us não fez nada que não fosse para nosso bem e crescimento.  Então, vamos botar o...

Nas dificuldades despertamos para quem realmente somos.

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                 Aparentemente  os tempos não são bons, porém perfeito para o verdadeiro encontro com nós mesmos.  Para qualquer projeto precisamos de disciplina, sem ela é impossível chegar ao objetivo final. Quando queremos mudar algo em nós necessitamos de novos hábitos, junto com a tal resiliência, para substituir o velho. Em crises, nas instabilidades, nos confrontamos com nosso estilo de vida que começa a ser insustentável, nos sentimos sufocados e necessitamos mudar, mas para onde? Fazemos metas e vamos a um caminho desconhecido, onde o encontro com nossa essência vai se revelando a cada dia. Pena que as dificuldades, os obstáculos junto com os erros ficaram estereotipados como fracassos. Não tem nada de fracasso nisso, na real são os treinamentos necessários para nos encontrarmos e chegarmos onde desejamos e devemos chegar.  Agora todos nós estamos em um bom, e forçado,  treinamento. Alguns desacreditados do p...

Só enxergamos aquilo que queremos.

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          Só conseguimos escutar e entender o outro se estivermos dispostos e nos abrirmos para isso, caso contrário é como falar com as paredes. O indivíduo é próximo de si , diz o Talmud. Ao estudar a profundidade dessa frase vi o quanto ela é atual. Nosso ponto de vista, muitas vezes, não nos deixa ver o do outro. Para entender o outro preciso colocar-me de lado, desnudar-me e isso não significa perda, mas um ganho que sozinho jamais seria capaz de conquistar. Mas por que as pessoas não estão dispostas a isso? Porque, muitas vezes, a proximidade consigo mesma, com suas ideias e crenças a cegaram de tal forma que não permitem ver o outro. E, com isso, o nosso mundinho particular vai ficando cada vez mais pobre, equivocado e desprovido do novo. Despir de si mesmo, exige uma coragem que nem todos estão dispostos. Muitos têm medo de encontrar e seguir um caminho nem sempre populoso ou que o mundo não ‘aplauda’. Só é possível encontrar a verdade quando nos de...

Nossas escolhas de hoje serão nossos frutos ou espinhos do amanhã.

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                  A vida que vivemos hoje fomos nós que escolhemos. Habitamos em um mundo onde o outro sempre é o problema. Achamos que não temos muito o que fazer a não ser lamentar - e haja lamento, mas a verdade é que grande parte das coisas que permeiam nosso dia a dia, estão lá porque decidimos ‘levar para casa’. Através dos nossos atos escolhemos ter o corpo que temos, o nosso estilo de vida, as nossas amizades, relacionamentos - infelizmente, poucos conseguem ter a sabedoria em estar em um relacionamento a dois, onde a baixa estima não tenha sido o componente principal para a escolha. Mundialmente estamos colhendo os frutos de um estilo de vida que cultivamos a anos e que fragilizam nosso corpo, mente e espírito diariamente por essas escolhas pobres. Decidimos viver uma vida de “drive thru”, tudo rápido com déficit de nutrientes básicos para viver uma vida minimamente decente, funcional para você e o mundo. Jogamos a culpa no ou...

O que você faz no 'seu mundinho' reverbera no mundo de todos.

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                 Nosso universo particular determina a próxima tendência mundial. Em reunião de escola, condomínio, sociedade pagamos o preço pelo que o outro fez. Regras são feitas para frear a falta de educação das pessoas. E o grande problema é que essa ‘falta de noção’, não pára no primeiro infrator, ela é repassada para os descendentes. Infelizmente, vemos pais irresponsáveis mostrando para os filhos ‘como é a vida’, com prioridades erradas. Crianças são educadas, ou melhor criadas, em casas onde os mesmos são tratados para serem um produto ‘promissor’, mas não gente. Pais que não estão a fim de fazer seu trabalho, muito menos serem exemplos, querem curtir a vida como se fosse o último dia, mas em noventa e nove por cento o amanhã chega e o preço é tão caro… Imagine essa próxima geração casando... Eles estarão dispostos a dividir a vida com alguém? Abrir mão da ‘sua verdade’ para, pelo menos, escutar o outro? Ah, não mesmo. Se os ...

Toda generalização, além de burra, é infantil.

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                    Temos que ser maduros diante das situações. Por mais amor que temos por um filho, precisamos respeitar sua idade, para uma comunicação acessível. Temos que considerar sua maturidade para ensinar, corrigir, educar, nos entender. Assim também deveríamos seguir durante a vida, mas não é o que vemos acontecer. Pessoas têm ideias totalmente ‘elaboradas’ sobre assuntos que viram uma única vez. Usam de teorias incríveis sobre algo que tiveram contato superficialmente, e que nunca se aprofundaram. Não checam, não estudaram, não vivenciam. Ficam como crianças, na beirada da piscina, brincando com dedinho na água. E, no primeiro questionamento, diferente ao seu, vêem como afronta e pulam como gatos em perigo. Modos típicos daqueles que, por falta de 'diálogo', atacam para não mostrar a ‘deficiência no conteúdo’. Quando não nos aprofundamos em um assunto, e mesmo assim queremos dialogar, temos a tendência de agir como ...

Só nós podemos alcançar a verdadeira liberdade.

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                         D’us criou épocas específicas do ano para determinados crescimentos. E, agora é tempo de adquirir a liberdade. Essa semana comemoramos Pessach, Páscoa judaica. São oito dias desta festa mágica. A tradição diz que temos que vivenciar como se estivéssemos saindo do Egito. Então, fazemos o seder (jantar) comemos alimentos que lembram a escravidão do povo, a vida dura, contamos a história, vivenciamos e agradecemos pela liberdade. Acho incrível essa vivência com filhos, em família. Mas, muitos podem perguntar: “Por que fazer isso todos os anos?” Porque além de contar para os nossos filhos a história que pertence a eles e todos os valores que permearão suas vidas, D’us, Aquele que criou o tempo, com Sua beleza e perfeição, determina que nessa época do ano, todos os povos, seja qualquer credo, religião, tem a oportunidade de se libertar da sua escravidão pessoal. Nissan, mês judaico em que ...