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Mostrando postagens com o rótulo Espiritualidade

Espiritualidade não é performance

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Por que tantas pessoas que ensinam espiritualidade se expõem sem limites? A tecnologia ampliou o acesso a coisas antes inimagináveis — conhecimento, conexão, liberdade. Isso tem valor. Mas, junto com isso, a exposição deixou de ser escolha. Virou hábito, estratégia — e, para muitos, prova de existência. E é aqui que o problema começa. Mostrar algo não é sinônimo de consciência, e alcance não é sinônimo de responsabilidade. Aos poucos, a exposição deixou de ser escolha e passou a ser quase uma exigência silenciosa. O que antes causaria estranhamento hoje é aceito sem reflexão. Crianças são expostas diariamente sem que se pense no impacto. Relacionamentos são exibidos em detalhes íntimos, como se o que é verdadeiro precisasse de plateia para existir. Diante disso, a pergunta inevitável é desconfortável: quando alguém precisa se expor sem limites para ensinar algo profundo, estamos diante de autoridade — ou de uma necessidade constante de aprovação? Existe também um outro lado pouco discu...

Os excessos e as faltas nos matam.

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Temos que executar no ‘ponto certo’, nem mais nem menos. O equilíbrio é o lugar onde o ‘meu eu’ se revela. Justificamos que somos ‘assim e assado’, quando nossos excessos ou faltas aparecem, mas isso só escancara nossos ‘erros’ como a escassez ou exagero no exercício físico, na comida, a exacerbação nas redes sociais, família, trabalho, a procrastinação. Na Bíblia, em algumas passagens D’us, ao dar alguma recomendação, estatuto, ordem diz para fazer o que Ele está mandando, nem mais nem menos. No mundo, algumas pessoas, inclusive, religiosas, ‘exemplos de causas’ fazem e criam regras absurdas que afastam quando deveriam acolher, que ‘matam’… Quantas vezes, passamos do ponto? A mãe que ‘sacrifica’ a mulher que habita dentro de si, o workaholic que esquece os filhos, a família que se desfaz porque a prioridade habitou em excessos de frivolidades.  A minha essência aparece quando trabalho no meu equilíbrio. O que um aguenta o outro não suporta. Pessoas morrem, no sentido metafóric...

O problema de ‘um dia após o outro’ é que no ‘dia seguinte’ o resultado não aparece.

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A grande questão da geração touch, em que só com um clique as coisas ‘acontecem’, é que a biologia não segue o mesmo fluxo. Como explicar que existe, nessa dimensão, uma coisa chamada ‘tempo’ e que precisamos trabalhar a favor dele? O problema é que a ‘noção de tempo’ não funciona como gostaríamos, pois ele tem como ‘companheira’ a paciência. Um não anda sem o outro e para obtermos bons frutos, além das boas atitudes, precisamos aprender com a ‘dona paciência'. Na saúde, a dieta ‘sem regras’ um dia, que não é logo após comer aquele junk food, provavelmente meses ou anos dará o ar da graça e ‘pedirá’ as contas… Falta de energia, doenças serão algumas das coisas que aparecerão nesta conta. Espiritualidade é a intimidade que temos com D’us, e intimidade só temos com quem convivemos, ou seja, isso é um aprendizado diário em que busco e vivo D’us. Pessoas podem ser religiosas e não espiritualizadas, geralmente, vemos isso através dos frutos, nas ações. Não adianta ir atrás do Dono d...

Ao entrar na casa de alguém tenha respeito moral.

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  Nem todo mundo deve fazer parte do seu lar. Lembro da frase: “Casa dos outros, respeito em dobro” . Talvez seja porque não é só o cuidado ‘físico’, com as coisas, que devemos ter. Tenha respeito com a história daqueles que ali moram. Temos que saber como nos portar, de forma que a expansão do meu ‘eu’, não incomode ninguém. “Ah, mas eu tenho que ser eu mesmo”, a pessoa pode dizer... Claro, ninguém consegue ser uma mentira durante muito tempo. Mas do mesmo jeito que usamos roupas adequadas para ir a cada local, temos que saber nos comportar (segurar nossa boca, modos) na casa dos outros. Saber quem são as pessoas daquele lar, do que eles gostam, mostrar respeito quando entramos no ‘seu recanto’. Nossa casa não é extensão da casa dos outros. Construímos nossas histórias - no nosso núcleo familiar, com limites - sendo diferentes para cada família, hábitos, valores. Só podemos dar liberdade para quem mostra sabedoria com a liberdade que ganhou.  Li, uma história que toda vez...

Precisamos eliminar o mal do meio de nós.

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          Assim como precisamos cortar, podar e erradicar qualquer praga de uma planta, o mesmo deve ser feito em nossas vidas. Para alcançar o crescimento que almejamos, precisamos reconhecer aquilo que nos impede de crescer. Geralmente colocamos a culpa de qualquer problema em nossas vidas no outro, mas não podemos culpar o outro por algo que aceitamos ‘carregar’. Somos responsáveis pelo que fica e cultivamos na nossa vida. Devemos ter bom senso e reconhecer nossos limites. Nos cercar de boas ideias e pessoas. Entender que há coisas que não devem  entrar em nossas casas porque não seremos capazes de administrar o 'possível' estrago. Nos escondemos atrás de desculpas, que ‘estamos no controle de tudo’, para justificar os erros que queremos cometer.  Pensamentos que insistem em nos colocar para baixo são ervas daninhas que precisamos eliminar a cada dia. Ideias que não nos pertencem são amarras que não nos deixam viver a verdadeira liberdade....

A essência da amizade...

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  Para refletir: Os amigos que você escolheu, têm desenvolvido a função de amigos? Em uma amizade, precisa existir uma troca para o crescimento e enriquecimento conjunto. Em suas amizades você consegue aprender e ensinar? Ajudar e ser ajudado?

Talentos são bens emprestados por D’us que temos a obrigação de compartilhar.

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Admiramos talentos dos artistas, habilidades das pessoas em fazer o bem, mas e o que fazemos com os nossos dons? Damos desculpas que não temos nenhum talento especial que mereça ser ‘mostrado’ na tv, campo de futebol ou onde os talentos são supervalorizados. Com isso, nos acomodamos ao achar que não temos o que fazer. Acabamos nos desmerecendo por uma ideia errônea sobre algo que chamamos de talento e nem sempre é. D’us não manda ninguém para cá a passeio e desprovido de alguma habilidade. Temos obrigações sim, inclusive de não ser mais um peso para o planeta. Todos que estão aqui têm a capacidade de dar algo de si. Palavras, gestos, ações são vocações também. Mostramos  para os filhos ideias de ‘talentos’ que para eles, muitas vezes, são inalcançáveis. Talento é a habilidade de transformar aquilo que você tem em algo que ajuda a si e ao próximo.  Uma dona de casa que faz sua casa ter paz e aconchego tem um talento que deveria ser mostrado em todas as redes sociais. Um pro...

Não olhar e desejar a ‘casa do vizinho’ é uma dádiva a ser conquistada.

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                    Milhões de views alimentam o desejo por aquilo que nem sempre nos pertence. Calma, antes de tudo vale a pena um posicionamento… Descobrir coisas, ter metas profissionais, materiais, pessoais é necessário para ter um propósito no nosso caminhar, porém cobiçar aquilo que é do outro e portanto não nos pertence é como patinar sem conseguir sair do lugar. Aquilo que é nosso chegará até nós - fato. Ninguém pode pegar, roubar o que é destinado a nós, ainda que pareça. Na Bíblia, fico encantada com a conquista da terra prometida. Quando os hebreus passavam por alguma terra que não lhes pertenciam, D’us ordenava que não fossem guerrear com o povo daquele lugar porque ' O Eterno não estaria entre eles' , isso significa que eles não teriam sucesso ao tentar conquistar aquela determinada terra. Então, quando o povo teimava em ter aquilo que não lhes pertenciam, eles perdiam feio a guerra, desgraças aconteciam, mas qu...

Temos que transformar as ‘coisas’ que chegam até nós.

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                Sempre temos opções de como reagir a tudo que chega até nós. Isso não significa que seja fácil. Quando ficamos estupefatos, indignados, revoltados, decepcionados, tristes com as situações que chegam até nós, nem nos damos conta que temos a escolha de fazer o que a maioria faz ‘só reclamar’, ou aceitar, nos transformar para alcançar novos horizontes.  Na vida, quando ficamos 'doentes' - fisicamente, mentalmente e espiritualmente, ou temos ‘cicatrizes’ que precisam de tratamentos, D’us manda remédios e tratamentos nada convencionais , mas que são exatamente o que necessitamos para nossa cura completa. Situações onde precisamos tomar uma nova postura para nosso crescimento... Aquela convivência com a família que se torna sufocante e que precisamos aprender a nos posicionar. O trabalho que começa a nos sugar é a hora exata de mudar e seguir para novos ares. O relacionamento que fica incômodo, insustentável é quando p...

Em todo lugar de tristeza há um potencial para alegria.

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                   Não é fácil passar pelo vale da tristeza, ou mesmo, o vale da sombra da morte. Muitas vezes, não entendemos o motivo de passarmos por algo, nossa condição humana é muito limitada para entender os propósitos divinos. Raiva, tristeza, luto, revolta são alguns dos sentimentos que nos assombram quando passamos por algum deserto pessoal e não encontramos sinal de vida, somente um solo arenoso. Mas não temos como fugir, temos que encarar e vivenciar. Sei que as redes sociais mostram uma vida ‘só de alegrias’, mas isso não existe, assim como a terra necessita das quatro estações para seu bom funcionamento, algumas situações e sentimentos são essenciais para o nosso próprio ‘bom funcionamento’. Aliás, D’us nos dá tantos sinais na natureza de como será nossa vida… Se ao menos a observássemos com atenção, entenderíamos e respeitaríamos que tudo tem seu tempo. Claro que temos o nosso trabalho individual, inclusive o de ...

Não alimente 'seus demônios'.

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Temos uma visão muito infantil de D’us. E, com essa percepção, vivemos uma vida errônea e medíocre de valores. Achamos que  D’us 'tem' que lutar contra o mal, similar as famosas disputas que vemos nos filmes, como se o mal fosse uma força independente do Criador. Ledo engano! Permita-me mostrar uma visão judaica, e no meu ponto de vista realista para nosso comprometimento, D’us deu, dentro de cada um o yetser hara (o mau instinto), esse nome assusta, mas como tudo o que D’us faz é para o bem, isso também é incrivelmente para nosso bem e evolução. O mau instinto serve para nos fortalecer, nos impulsionar para vencer e transcender os obstáculos. Metaforicamente falando sabe aquela tal ‘vozinha’ que diz: “Você não vai conseguir, você não é capaz, brigue com todos, passe como um trator em cima dos outros”, e por aí vai? Esse é o nosso mau instinto. De forma imatura, alguns o chamam de demônios, mas D’us não fez nada que não fosse para nosso bem e crescimento.  Então, vamos botar o...

Nas dificuldades despertamos para quem realmente somos.

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                 Aparentemente  os tempos não são bons, porém perfeito para o verdadeiro encontro com nós mesmos.  Para qualquer projeto precisamos de disciplina, sem ela é impossível chegar ao objetivo final. Quando queremos mudar algo em nós necessitamos de novos hábitos, junto com a tal resiliência, para substituir o velho. Em crises, nas instabilidades, nos confrontamos com nosso estilo de vida que começa a ser insustentável, nos sentimos sufocados e necessitamos mudar, mas para onde? Fazemos metas e vamos a um caminho desconhecido, onde o encontro com nossa essência vai se revelando a cada dia. Pena que as dificuldades, os obstáculos junto com os erros ficaram estereotipados como fracassos. Não tem nada de fracasso nisso, na real são os treinamentos necessários para nos encontrarmos e chegarmos onde desejamos e devemos chegar.  Agora todos nós estamos em um bom, e forçado,  treinamento. Alguns desacreditados do p...

Só enxergamos aquilo que queremos.

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          Só conseguimos escutar e entender o outro se estivermos dispostos e nos abrirmos para isso, caso contrário é como falar com as paredes. O indivíduo é próximo de si , diz o Talmud. Ao estudar a profundidade dessa frase vi o quanto ela é atual. Nosso ponto de vista, muitas vezes, não nos deixa ver o do outro. Para entender o outro preciso colocar-me de lado, desnudar-me e isso não significa perda, mas um ganho que sozinho jamais seria capaz de conquistar. Mas por que as pessoas não estão dispostas a isso? Porque, muitas vezes, a proximidade consigo mesma, com suas ideias e crenças a cegaram de tal forma que não permitem ver o outro. E, com isso, o nosso mundinho particular vai ficando cada vez mais pobre, equivocado e desprovido do novo. Despir de si mesmo, exige uma coragem que nem todos estão dispostos. Muitos têm medo de encontrar e seguir um caminho nem sempre populoso ou que o mundo não ‘aplauda’. Só é possível encontrar a verdade quando nos de...

Nossas escolhas de hoje serão nossos frutos ou espinhos do amanhã.

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                  A vida que vivemos hoje fomos nós que escolhemos. Habitamos em um mundo onde o outro sempre é o problema. Achamos que não temos muito o que fazer a não ser lamentar - e haja lamento, mas a verdade é que grande parte das coisas que permeiam nosso dia a dia, estão lá porque decidimos ‘levar para casa’. Através dos nossos atos escolhemos ter o corpo que temos, o nosso estilo de vida, as nossas amizades, relacionamentos - infelizmente, poucos conseguem ter a sabedoria em estar em um relacionamento a dois, onde a baixa estima não tenha sido o componente principal para a escolha. Mundialmente estamos colhendo os frutos de um estilo de vida que cultivamos a anos e que fragilizam nosso corpo, mente e espírito diariamente por essas escolhas pobres. Decidimos viver uma vida de “drive thru”, tudo rápido com déficit de nutrientes básicos para viver uma vida minimamente decente, funcional para você e o mundo. Jogamos a culpa no ou...

Tudo que você precisa nasce perto de você.

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               Adoro ver como D’us cruza os caminhos e aquilo que precisamos ‘aparece na nossa porta’. Temos a tendência de alimentar um vitimismo que nos cega, no momento onde deveríamos ver um possível diamante, diante da sua forma bruta. Hábitos são costumes praticados e os sentimentos andam juntos com essas práticas. Quando queremos mudar algo, precisamos confrontar sentimentos preexistentes . Não é fácil, e quem disse que seria? Precisamos desenvolver a resiliência, onde o obstáculo não seja o ponto final, mas somente uma vírgula. Não valorizar aquilo que nos coloca para baixo. Ações mudam sentimentos e não ao contrário . Se esperarmos para ter vontade de fazer algo que nos tire da zona de conforto, como por exemplo exercício físico, nunca o faremos. E, assim é a vida. Gostamos de valorizar um ‘coitadismo’ que nutrimos em nós, porém isso nos paralisa e mata. Por isso, quando você olhar algo na sua vida, identificar aquilo que não gosta, ...

O que você faz no 'seu mundinho' reverbera no mundo de todos.

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                 Nosso universo particular determina a próxima tendência mundial. Em reunião de escola, condomínio, sociedade pagamos o preço pelo que o outro fez. Regras são feitas para frear a falta de educação das pessoas. E o grande problema é que essa ‘falta de noção’, não pára no primeiro infrator, ela é repassada para os descendentes. Infelizmente, vemos pais irresponsáveis mostrando para os filhos ‘como é a vida’, com prioridades erradas. Crianças são educadas, ou melhor criadas, em casas onde os mesmos são tratados para serem um produto ‘promissor’, mas não gente. Pais que não estão a fim de fazer seu trabalho, muito menos serem exemplos, querem curtir a vida como se fosse o último dia, mas em noventa e nove por cento o amanhã chega e o preço é tão caro… Imagine essa próxima geração casando... Eles estarão dispostos a dividir a vida com alguém? Abrir mão da ‘sua verdade’ para, pelo menos, escutar o outro? Ah, não mesmo. Se os ...

Só tem paz quem ama a paz.

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                Às vezes, vivemos em ambientes tão conturbados que achamos que o normal é viver na guerra. Não é à toa, que o Salmo 120:6-7 diz: "Minha alma, por bastante tempo, teve que morar entre os que odeiam a paz. Não quero a guerra, mas mesmo quando lhes falo de paz, eles preferem a guerra.” Nossa vida é o ‘aparar as arestas’ diário, ou seja, temos sempre que observar se estamos indo na direção a qual desejamos, porém mais que isso, se é correto. Muitas vezes, nos perdemos em hábitos que absorvemos e que além de não ser nossos, não nos fazem bem. Vivemos pilhados, queremos soluções rápidas, cultivamos o que o mundo está ‘sentindo’ e dita o que é legal,‘normal’.  Assim como a felicidade, devemos convidar a paz para entrar em nossas casas, todos os dias, e como bons anfitriões, devemos aprender os 'gostos' desse nosso convidado. Saber nutrir a paz, nos faz entender que a guerra é infantil, imatura, burra, mas a paz requer de nós ma...

É a negligência diária que mata.

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                                   A indiferença, em relação ao sofrimento do outro, ceifa mais vidas do que qualquer pandemia. No dia em que lembramos a perda de seis milhões de judeus no Holocausto  (Yom HaShoá) , ainda encontramos aqueles que negam que esse absurdo tenha acontecido. Precisamos lembrar para nunca mais - permitir - que isso aconteça! No entanto, há aqueles que são seguidores de idealismos nazistas, preconceitos, entre outras bizarrices. Às vezes, me pego tentando ir mentalmente para a época da Segunda Guerra. Tento entender como os vizinhos, pessoas ao redor, países foram coniventes com esse massacre. Como puderam concordar e denunciar aqueles a quem conviviam e chamavam de amigos? Será que aqueles que denunciavam vizinhos, ao verem as cenas das crianças, famílias sendo levadas, voltavam para suas casas, olhavam para seus filhos, pegavam sua xícara de café e ...

Neste momento, não nos cabem mais velhas palavras e atitudes.

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                                  É tempo de mudanças de hábitos! Inacreditável, que nessa altura do campeonato, ainda existem pessoas que não entenderam que precisamos mudar para todos viverem de um jeito mais digno. Diante dessas devastações de sofrimentos, mortes, fome, desempregos não dá para continuar como éramos, ou ainda somos, seres reclamões com necessidades supérfluas, onde a carência do outro não pertence a nós, a não ser - em alguns casos - para ‘fazer bonito’ nas redes sociais. Caridade não se mostra, e quando a fazemos, não é para ‘fazer bonito’, estamos somente cumprindo com a nossa obrigação! Está na hora de sermos responsáveis por aquilo que iremos edificar, e que precisa beneficiar, além de nós, ao próximo também - fisicamente, mentalmente, espiritualmente. É tempo de parar de ver só fotos, para se ‘alimentar’ de comidas mais substanciosas em prol do outro. Chegou a ho...

Só nós podemos alcançar a verdadeira liberdade.

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                         D’us criou épocas específicas do ano para determinados crescimentos. E, agora é tempo de adquirir a liberdade. Essa semana comemoramos Pessach, Páscoa judaica. São oito dias desta festa mágica. A tradição diz que temos que vivenciar como se estivéssemos saindo do Egito. Então, fazemos o seder (jantar) comemos alimentos que lembram a escravidão do povo, a vida dura, contamos a história, vivenciamos e agradecemos pela liberdade. Acho incrível essa vivência com filhos, em família. Mas, muitos podem perguntar: “Por que fazer isso todos os anos?” Porque além de contar para os nossos filhos a história que pertence a eles e todos os valores que permearão suas vidas, D’us, Aquele que criou o tempo, com Sua beleza e perfeição, determina que nessa época do ano, todos os povos, seja qualquer credo, religião, tem a oportunidade de se libertar da sua escravidão pessoal. Nissan, mês judaico em que ...