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Mostrando postagens com o rótulo Conhecimento

Pessoas vivem como gados seguindo a traseira do outro.

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      Somos incongruentes com as nossas ideias e atos.      Queremos ser livres, porém fazemos o que o ‘mundo’ manda. Queremos ter saúde e ‘aceitar o corpo’, mas nos encaixamos em um dos ‘lados da cartilha’, que as pessoas seguem, esquecendo de observar o que nosso corpo e mente necessitam. Queremos ter um relacionamento sadio, mas não ‘abrimos’ espaço para o outro. Reclamamos da poluição, mas não estamos dispostos a mudar nosso estilo de vida. Achamos um absurdo aglomerar, mas não nos sentimos nem constrangidos ao pegar o avião lotado para se divertir - justificamos que todos estão de máscara. Somos a favor do fechamento de tudo, mas não fazemos nada para ajudar quem morre de fome. Pergunte a quem está desmaiando de fome do que ele é a ‘favor’? Que discurso é esse que contradiz, de forma terrível, aquilo que vivemos e ‘acreditamos’? Somos, muitas vezes, hipócritas que julgam os outros sem observar que fazemos o mesmo, e não estamos dispost...

Precisamos nos curar dessa mentalidade pobre e limitada.

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Construímos uma vida em bases fracas. Expomos o melhor e pior de nós e nem reparamos. Através das falas, gestos, fotos, tudo que permeia nossas vidas escancara quem somos. As redes sociais revelam a grandeza e carência na alma das pessoas. Achamos que devemos aceitar nosso corpo, mas nos sacrificamos em ‘fórmulas’ que não nos fazem bem, ou comemos até explodir nos escondendo atrás de algum ‘ato político.’ Queremos que respeitem nossas posições, mas nos ‘corrompemos’ para fazer parte de alguma ‘turma’. Pede-se educação e discrição dos filhos, mas os pais se expõem - de forma feia - nas redes sociais. Lutamos para as mulheres não serem tratadas como objeto, mas somos criticadas quando não concordamos com aquelas que agem como tal. E, com isso, vamos ficando fracos, perdidos e amarrados dentro de ideias que não nos pertencem, e que logo mudarão. Para assumir qualquer posição, que seja realmente a nossa, tem que ter muita coragem. Isso não significa colocar e se explicar em redes socia...

Cuidado para não perder tempo no “eu queria”.

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Costumamos romancear o passado e aquilo que não tivemos. Muitas pessoas ficam estacionadas em um passado que não lhes pertence. Fantasiam e falam sem perceber “se eu tivesse feito isso”, “... formado naquilo”, “eu queria”, e com isso a vida segue com o mesmo peso de andar com o freio de mão puxado. O passado não pode ‘ficar’ no presente e futuro. Devemos visitar o passado, esporadicamente, para balancear e nos guiar para onde queremos ir, e não ‘queria’ . O "queria'' é passivo e inalcançável, o ‘quero’ é ativo e decisivo. Devemos, e também é libertador, ir nos ajustando e aventurando em caminhos que surgem, porém isso só será possível de enxergar se os ‘ses’ forem aniquilados. Como mais de 90 por cento das nossas preocupações não acontecem, graças a D”us, com os ‘ses’ ocorre o mesmo, ou melhor não ocorrem, e também graças a D’us, porque são mentiras, invenções não tendo sustentação para se realizar.  Assim como devemos soltar as amarras ao longo da nossa caminhada, neces...

Aprecie aquilo que você tem.

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Achamos que devemos seguir os nossos sentimentos, mas são eles que têm que nos seguir. Vivemos em um mundo consumista. Temos que ‘ter  muito’ sem freios e limites, mas a pandemia nos trouxe a oportunidade de valorizar aquilo que já temos. Claro, que isso é um caminho contrário de tudo aquilo proposto, porém rico em conhecimento, entendimento e percepção para valorizar aquilo que só você tem. Quando olhamos, ou invejamos, algo no outro é porque deixamos de olhar e valorizar aquilo que é nosso. Óbvio que devemos ter desejos e metas para alcançar algo, mas isso não deve anular o aproveitamento daquilo que possuímos. Nos perdemos na correria, no dia a dia, em apreciar coisas que nem teríamos a capacidade de comprar e que ganhamos - de graça -  talvez até sem merecimento. Esse discernimento não virá sem nenhum esforço, precisamos fazer um exercício de reconhecimento constante. Assim como precisamos aprender a nos valorizar e a amar, necessitamos enxergar tudo o que já temos. Jo...

Como é fácil ‘se perder’ no passado.

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                               Somos seres feito de histórias. Fazer faxina nos armários é quase uma releitura de si. Nos orgulhamos, entristecemos, ficamos com raiva de guardar tudo aquilo, de não usar aquilo que temos, lembramos do quanto lutamos e ficamos felizes ao conquistar ou ganhar tal objeto. Vemos ‘tiques’ e neuroses de família nas arrumações, sentimos falta de pessoas e daquilo que nos foi ensinado, ou seja, é uma terapia intensa. Porém, a essência de tudo isso é o quanto de passado ‘carregamos’ e que nos fazem bem ou mal. De tempos em tempos, precisamos nos ‘despir’ do passado. Encará-lo para enxergar o que realmente pertence a nós. Somos construções e desconstruções a vida toda. Costumo dizer que quando algum filho começa a ‘encrencar’ e ‘emperrar’ em alguma coisa, que antes não o fazia, é hora de parar e se perguntar: Qual a maturidade que ele adquiriu e que eu ainda não percebi? ...

Ao entrar na casa de alguém tenha respeito moral.

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  Nem todo mundo deve fazer parte do seu lar. Lembro da frase: “Casa dos outros, respeito em dobro” . Talvez seja porque não é só o cuidado ‘físico’, com as coisas, que devemos ter. Tenha respeito com a história daqueles que ali moram. Temos que saber como nos portar, de forma que a expansão do meu ‘eu’, não incomode ninguém. “Ah, mas eu tenho que ser eu mesmo”, a pessoa pode dizer... Claro, ninguém consegue ser uma mentira durante muito tempo. Mas do mesmo jeito que usamos roupas adequadas para ir a cada local, temos que saber nos comportar (segurar nossa boca, modos) na casa dos outros. Saber quem são as pessoas daquele lar, do que eles gostam, mostrar respeito quando entramos no ‘seu recanto’. Nossa casa não é extensão da casa dos outros. Construímos nossas histórias - no nosso núcleo familiar, com limites - sendo diferentes para cada família, hábitos, valores. Só podemos dar liberdade para quem mostra sabedoria com a liberdade que ganhou.  Li, uma história que toda vez...

Não tem como vencer sem esforço.

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Queremos a mesma rapidez da tecnologia na nossa biologia. O tempo é um excelente professor, mas cabe a nós os alunos aproveitar seus ensinamentos ou fazer o que a maioria faz ‘só perde tempo’. Desperdiçamos a vida de forma irresponsável, e ainda ‘ensinamos’ aos filhos como fazer isso. Super valorizamos exemplos de sucesso de forma errônea. Aliás, só mostramos o final da história - ‘a apresentação no palco’, mas a vida acontece todos os dias nos treinos e ensaios. Não tem como alcançar qualquer sucesso de forma mágica. Temos que ‘ralar’! E sabe qual é o grande barato? É na ‘ralação’, do dia a dia, que está o grande aprendizado. As descobertas incríveis que te levam rumo à conquista acontecem no caminhar e não na chegada. Precisamos desmistificar essa ideia de sucesso instantâneo, que não existe, nem mesmo os ‘sucessos’ das mídias sociais, afinal é tudo produzido, estudado e induzido.  Temos que desenvolver prazer nesse caminhar, aceitar o tempo como amigo e não inimigo. Respeita...

A dor tem a sua finalidade.

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Nossas emoções distorcem o sentido da dor.  Toda dor - física, mental, espiritual - tem uma função, mas só você tem o poder de escolha se irá usá-la de acordo com o seu propósito. Você pode permitir que ela o limite, abale ou usá-la como catalisador para aprofundar se em si mesmo, nas suas crenças, e com isso ser um divisor de águas, a real finalidade da dor. Infelizmente, a maioria das pessoas estagnam diante a dor e sofrimento e perdem o entusiasmo pela vida.  A dor pode nos afastar ou nos aproximar de D’us. Se a usarmos de forma correta, ela nos ajuda a ter um relacionamento mais amplo, verdadeiro com o Criador e aprendemos que tudo tem sua hora, inclusive para a cura. Temos que respeitar o tempo das coisas e entender que não é enquanto estamos passando pelo sofrimento que iremos entender todo o ensinamento pelo o qual a dor foi ‘enviada’. Temos que passar pelo processo, para então atingirmos a magnitude daquele aprendizado.  Não podemos deixar que as emoções nos domin...

Ninguém tem o direito de falar e determinar quem é você.

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Acreditamos em mentiras que um dia jogaram sobre nós. Interessante ver como as pessoas vão se ‘encaixando’ em uma família. Como elas vão assumindo papéis que um dia criaram para justificar seu pertencimento naquele núcleo. “Você é preguiçoso, irresponsável, medroso, incapaz, burro, nunca ira casar por ser respondona, gorda, magra, desengonçada”, e por aí vai. Porém o mais triste é ver que essas ideias, muitas vezes, se perpetuam e a pessoa nunca sai do papel que um dia lhe atribuíram. Todos nós fomos marcados por alguma palavra ou característica, e como a água que se adapta ao copo, ou meio, fazemos o mesmo com o ‘cargo’ que nos deram. Levamos uma bagagem que nem sempre pertence a nós e construímos uma vida em cima disso. O bom de tudo isso, é que nós somos os únicos e exclusivos responsáveis por ser quem devemos ser. Claro que isso é uma opção de trabalhar a si mesmo ou ser ‘vítima’.  Não é fácil encarar as 'marcas' que carregamos e descobrir que na realidade aquilo não no...

A essência da amizade...

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  Para refletir: Os amigos que você escolheu, têm desenvolvido a função de amigos? Em uma amizade, precisa existir uma troca para o crescimento e enriquecimento conjunto. Em suas amizades você consegue aprender e ensinar? Ajudar e ser ajudado?

Talentos são bens emprestados por D’us que temos a obrigação de compartilhar.

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Admiramos talentos dos artistas, habilidades das pessoas em fazer o bem, mas e o que fazemos com os nossos dons? Damos desculpas que não temos nenhum talento especial que mereça ser ‘mostrado’ na tv, campo de futebol ou onde os talentos são supervalorizados. Com isso, nos acomodamos ao achar que não temos o que fazer. Acabamos nos desmerecendo por uma ideia errônea sobre algo que chamamos de talento e nem sempre é. D’us não manda ninguém para cá a passeio e desprovido de alguma habilidade. Temos obrigações sim, inclusive de não ser mais um peso para o planeta. Todos que estão aqui têm a capacidade de dar algo de si. Palavras, gestos, ações são vocações também. Mostramos  para os filhos ideias de ‘talentos’ que para eles, muitas vezes, são inalcançáveis. Talento é a habilidade de transformar aquilo que você tem em algo que ajuda a si e ao próximo.  Uma dona de casa que faz sua casa ter paz e aconchego tem um talento que deveria ser mostrado em todas as redes sociais. Um pro...

Somos misturas daquilo que vivemos e carregamos.

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                 Incrível como D’us 'mostra' a Sua presença no nosso dia a dia.  Desse que fiz um curso de panificação sem glúten, todas as vezes que vou fazer algum pão, não me canso de ficar observando as farinhas que vou colocando uma a uma e quando juntas, antes da sua mistura, formam um colorido especial. Adoro sentir as texturas, os cheiros, os desenhos. Isso me lembra que na nossa vida também é assim. Amigos, encontros, acontecimentos, conceitos diferentes que quando misturados com as nossas ideias surge algo novo, único e incrível. Podemos mudar de opinião, somar, questionar, transformar. Somos feitos de misturas, gostos, esperas onde desejamos nos transformar naquilo que aspiramos, mas nem sempre esses desejos 'vingam'. Sonhos que talvez não veremos realizar, mas TUDO BEM porque ‘descobertas’ importantes surgem de "erros, falhas" que muitas vezes são melhores que os sonhos iniciais que um dia sonhamos. Sabores novos, projet...

Não olhar e desejar a ‘casa do vizinho’ é uma dádiva a ser conquistada.

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                    Milhões de views alimentam o desejo por aquilo que nem sempre nos pertence. Calma, antes de tudo vale a pena um posicionamento… Descobrir coisas, ter metas profissionais, materiais, pessoais é necessário para ter um propósito no nosso caminhar, porém cobiçar aquilo que é do outro e portanto não nos pertence é como patinar sem conseguir sair do lugar. Aquilo que é nosso chegará até nós - fato. Ninguém pode pegar, roubar o que é destinado a nós, ainda que pareça. Na Bíblia, fico encantada com a conquista da terra prometida. Quando os hebreus passavam por alguma terra que não lhes pertenciam, D’us ordenava que não fossem guerrear com o povo daquele lugar porque ' O Eterno não estaria entre eles' , isso significa que eles não teriam sucesso ao tentar conquistar aquela determinada terra. Então, quando o povo teimava em ter aquilo que não lhes pertenciam, eles perdiam feio a guerra, desgraças aconteciam, mas qu...

Não somos saco de lixo para 'aceitar' tudo.

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Temos que distinguir aquilo que respeitamos com o que aceitamos . Somos únicos! Temos fisionomia, personalidade, vida e alma exclusiva. Porém, para nos sentirmos ‘pertencentes’ a uma sociedade começamos a ‘aceitar’ aquilo que não encaixa em nossa vida. Não estou dizendo que devemos sair fazendo o que ‘dá na telha’. Vivemos em uma sociedade com regras que, pelo bem de todos, devem ser seguidas, mas falo de tentar ajustar-se a padrões que não pertencem à nossa alma. Isso é tão sério e real que vemos uma deformação de ideais, onde as pessoas confundem o respeito ao próximo - que todos devem ter, independente de ‘gostar ou não’ do estilo de vida do outro -, com ter que ‘aceitar’ tudo que se vê. Não, nós não devemos aceitar tudo, isso é autodestrutivo. O autoconhecimento nos presenteia com limites que são inegociáveis . Isso é incrível porque nos permite estar são, ser funcionais e aptos para fazer aquilo que viemos para fazer. Cada casa deve ter suas regras sim, até para ensinar aqueles ...

Não permita que algumas coisas abalem suas convicções.

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  Somos responsáveis por aquilo que deixamos ‘entrar’ nas nossas vidas. Outro dia assistindo a um documentário incrível chamado “A delicadeza é azul”, sobre autismo, uma mãe ao falar sobre preconceitos disse que " não permitia que alguns sentimentos chegassem até ela" . Eu achei aquilo fantástico e comecei a analisar quantas vezes permitimos que os sentimentos/ideias do outro, em grande parte a maldade, sejam absorvidos por nós. Sim, somos nós que permitimos sentir isso. Não digo sobre injustiças, essas devem ser tratadas com respeito e justiça, mas até para 'lutar' precisamos estar blindados daquilo que chega até nós.  Estamos virando pessoas que tudo dói. Somos responsáveis pelos nossos sentimentos, inclusive a forma como os sentimos. Quando ficamos 'sensíveis' demais pela opinião alheia, acabamos vulneráveis e nossas convicções são abaladas. Uma coisa é analisar e mudar de opinião pelo entendimento próprio, isso é ótimo, nos faz evoluir. Mas quando mu...

Não alimente 'seus demônios'.

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Temos uma visão muito infantil de D’us. E, com essa percepção, vivemos uma vida errônea e medíocre de valores. Achamos que  D’us 'tem' que lutar contra o mal, similar as famosas disputas que vemos nos filmes, como se o mal fosse uma força independente do Criador. Ledo engano! Permita-me mostrar uma visão judaica, e no meu ponto de vista realista para nosso comprometimento, D’us deu, dentro de cada um o yetser hara (o mau instinto), esse nome assusta, mas como tudo o que D’us faz é para o bem, isso também é incrivelmente para nosso bem e evolução. O mau instinto serve para nos fortalecer, nos impulsionar para vencer e transcender os obstáculos. Metaforicamente falando sabe aquela tal ‘vozinha’ que diz: “Você não vai conseguir, você não é capaz, brigue com todos, passe como um trator em cima dos outros”, e por aí vai? Esse é o nosso mau instinto. De forma imatura, alguns o chamam de demônios, mas D’us não fez nada que não fosse para nosso bem e crescimento.  Então, vamos botar o...

Só enxergamos aquilo que queremos.

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          Só conseguimos escutar e entender o outro se estivermos dispostos e nos abrirmos para isso, caso contrário é como falar com as paredes. O indivíduo é próximo de si , diz o Talmud. Ao estudar a profundidade dessa frase vi o quanto ela é atual. Nosso ponto de vista, muitas vezes, não nos deixa ver o do outro. Para entender o outro preciso colocar-me de lado, desnudar-me e isso não significa perda, mas um ganho que sozinho jamais seria capaz de conquistar. Mas por que as pessoas não estão dispostas a isso? Porque, muitas vezes, a proximidade consigo mesma, com suas ideias e crenças a cegaram de tal forma que não permitem ver o outro. E, com isso, o nosso mundinho particular vai ficando cada vez mais pobre, equivocado e desprovido do novo. Despir de si mesmo, exige uma coragem que nem todos estão dispostos. Muitos têm medo de encontrar e seguir um caminho nem sempre populoso ou que o mundo não ‘aplauda’. Só é possível encontrar a verdade quando nos de...

Nossas escolhas de hoje serão nossos frutos ou espinhos do amanhã.

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                  A vida que vivemos hoje fomos nós que escolhemos. Habitamos em um mundo onde o outro sempre é o problema. Achamos que não temos muito o que fazer a não ser lamentar - e haja lamento, mas a verdade é que grande parte das coisas que permeiam nosso dia a dia, estão lá porque decidimos ‘levar para casa’. Através dos nossos atos escolhemos ter o corpo que temos, o nosso estilo de vida, as nossas amizades, relacionamentos - infelizmente, poucos conseguem ter a sabedoria em estar em um relacionamento a dois, onde a baixa estima não tenha sido o componente principal para a escolha. Mundialmente estamos colhendo os frutos de um estilo de vida que cultivamos a anos e que fragilizam nosso corpo, mente e espírito diariamente por essas escolhas pobres. Decidimos viver uma vida de “drive thru”, tudo rápido com déficit de nutrientes básicos para viver uma vida minimamente decente, funcional para você e o mundo. Jogamos a culpa no ou...

Tudo que você precisa nasce perto de você.

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               Adoro ver como D’us cruza os caminhos e aquilo que precisamos ‘aparece na nossa porta’. Temos a tendência de alimentar um vitimismo que nos cega, no momento onde deveríamos ver um possível diamante, diante da sua forma bruta. Hábitos são costumes praticados e os sentimentos andam juntos com essas práticas. Quando queremos mudar algo, precisamos confrontar sentimentos preexistentes . Não é fácil, e quem disse que seria? Precisamos desenvolver a resiliência, onde o obstáculo não seja o ponto final, mas somente uma vírgula. Não valorizar aquilo que nos coloca para baixo. Ações mudam sentimentos e não ao contrário . Se esperarmos para ter vontade de fazer algo que nos tire da zona de conforto, como por exemplo exercício físico, nunca o faremos. E, assim é a vida. Gostamos de valorizar um ‘coitadismo’ que nutrimos em nós, porém isso nos paralisa e mata. Por isso, quando você olhar algo na sua vida, identificar aquilo que não gosta, ...

A dignidade não aceita autopiedade.

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                       Ter dignidade é um exercício que devemos desenvolver individualmente e coletivamente. Uma amiga da família morreu essa semana de câncer, mas deixou uma lição que quero compartilhar. Minha mãe me mostrou o vídeo que ela fez para se despedir dos amigos. Ela sabia que seus dias aqui na Terra estavam chegando ao fim. E, com um respeito ímpar, se arrumou, passou o batom vermelho que ela tanto gostava, colocou os brincos e deu um belo exemplo de como morrer de forma digna e respeitosa. Ela contou dos anos que desempenhou de forma íntegra, na medicina, quando o câncer apareceu, de como encerrou a sua carreira - fechando o consultório quando a doença voltou pela segunda vez, dos seus frutos, dos amigos, que fez tudo que queria e listou algumas delas como quando pulou de paraquedas - e ainda disse ‘sem arrependimentos’, e nesses últimos meses em casa ensinava os outros suas receitas de culinária. Em quas...