Pessoas vivem como gados seguindo a traseira do outro.
Somos incongruentes com as nossas ideias e atos.
Queremos ser livres, porém fazemos o que o ‘mundo’ manda. Queremos ter saúde e ‘aceitar o corpo’, mas nos encaixamos em um dos ‘lados da cartilha’, que as pessoas seguem, esquecendo de observar o que nosso corpo e mente necessitam. Queremos ter um relacionamento sadio, mas não ‘abrimos’ espaço para o outro. Reclamamos da poluição, mas não estamos dispostos a mudar nosso estilo de vida. Achamos um absurdo aglomerar, mas não nos sentimos nem constrangidos ao pegar o avião lotado para se divertir - justificamos que todos estão de máscara. Somos a favor do fechamento de tudo, mas não fazemos nada para ajudar quem morre de fome. Pergunte a quem está desmaiando de fome do que ele é a ‘favor’? Que discurso é esse que contradiz, de forma terrível, aquilo que vivemos e ‘acreditamos’?
Somos, muitas vezes, hipócritas que julgam os outros sem observar que fazemos o mesmo, e não estamos dispostos a mudar. Enquanto não ‘olharmos’ para nós e assumirmos as nossas decisões exclusivas, mesmo essas contradizendo aquilo que 'todos fazem', seremos reféns de ideias lindas mas devastadoras. Assim como uma droga que te faz ‘voar’, mas depois ‘cair’ na escuridão, quando seguimos a maioria, podemos até estar fisicamente nos ‘grupinhos’, mas a escuridão interna e moral nos levará para um abismo espiritual.
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