Precisamos nos curar dessa mentalidade pobre e limitada.

Construímos uma vida em bases fracas.


Expomos o melhor e pior de nós e nem reparamos. Através das falas, gestos, fotos, tudo que permeia nossas vidas escancara quem somos. As redes sociais revelam a grandeza e carência na alma das pessoas. Achamos que devemos aceitar nosso corpo, mas nos sacrificamos em ‘fórmulas’ que não nos fazem bem, ou comemos até explodir nos escondendo atrás de algum ‘ato político.’ Queremos que respeitem nossas posições, mas nos ‘corrompemos’ para fazer parte de alguma ‘turma’. Pede-se educação e discrição dos filhos, mas os pais se expõem - de forma feia - nas redes sociais. Lutamos para as mulheres não serem tratadas como objeto, mas somos criticadas quando não concordamos com aquelas que agem como tal. E, com isso, vamos ficando fracos, perdidos e amarrados dentro de ideias que não nos pertencem, e que logo mudarão. Para assumir qualquer posição, que seja realmente a nossa, tem que ter muita coragem. Isso não significa colocar e se explicar em redes sociais, a maioria daqueles que sentem essa necessidade, não estão tão seguros quanto a qualquer assunto. Quem ‘é’ vive, transpira suas ideias sem precisar convencer ninguém.

O grande problema em ser ‘gado’, ou seja, seguir os outros sem realmente pertencer àquilo, é que levamos nossas disfuncionalidades para gerações futuras. Como osmose, passamos idéias, crenças, visões de vida para quem está perto. Por isso, temos que nos modificar. É nossa obrigação! Precisamos aceitar esse processo de evolução diária, como se fosse um hábito e de forma funcional. Sei, que às vezes, travamos diante da ideia da nossa incapacidade, por esperar algo grandioso, mas necessitamos ser simplesmente sementes para que a rega diária inspire e transforme aqueles que irão se beneficiar um dia daquele jardim. Comprometa-se com a sua mudança e escreva uma história que seus netos irão se orgulhar. 


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