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Mostrando postagens com o rótulo Responsabilidade

QUANDO A COMUNICAÇÃO FALHA, O COLETIVO PAGA

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No finalzinho de 2025 — um ano tenso, exaustivo e, entre outras coisas, marcado pela cegueira, ou burrice, partidária — ainda levamos uma surra de chinelo. Eu realmente não sei o que acontece que, todo ano, chegamos ao fim completamente esgotados. A conversa entre amigos, conhecidos ou até no elevador é sempre a mesma: “Esse ano não acaba, né?” Não sei se Freud explicaria, se tentaria ou se também estaria exausto demais para pensar em algo coerente. O fato é que fica a pergunta: por que, agora, precisamos brigar até por um chinelo que todo mundo usa? Esse episódio escancara exatamente como estamos. Independente de direita, esquerda ou centro — e, se você não consegue separar isso, talvez seja melhor parar de ler agora e decidir se vai comprar ou jogar sua Havaianas fora. Mas, se como eu, você gosta de pensar sobre os caminhos que nos levaram a esse comercial fatídico, seguimos juntos. Vivemos em um mundo polarizado, extremista e impaciente, onde todos se acham donos da razão. Juízes de...

Banque quem você é.

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Não, isso não é fácil. Principalmente se escolher um caminho que não seja populoso. É lindo quando vemos alguém sendo original, único, mas vivemos tempos em que o cancelamento, a patrulha, os memes marcam a vida de uma pessoa de forma destruidora, e ser quem somos requer coragem e muito trabalho. Sempre digo que seguir a maioria é muito fácil, só temos que ‘jogar o cérebro no lixo’ e seguir, sem pensar. Simples assim. Porém quando fazemos isso, vamos nos desconfigurando, de nós. Claro, que posso concordar com a maioria, em alguma questão, faz parte quando nos identificamos com algo, mas e se a sua opinião não for aquilo que agrada essa galera (a da maioria)? Você teria a coragem de falar a sua opinião? Há situações que é prudente se calar porque, talvez, aquele que está ‘seguindo a boiada’ nem alcance o que você está querendo dizer. O que estou expondo é que quando bancamos quem somos não precisamos falar, mas ser. Se posicionar, de forma sempre respeitosa, e fazer e seguir aquilo que ...

Seja um bom administrador do que você tem.

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Nos acostumamos a reclamar. Lutamos e pedimos por novas conquistas, mas choramingamos a cada obstáculo que aparece. Como crianças mimadas, nos abalamos frente ao que não sai como o esperado. ‘Entramos’ no papel de vítima e valorizamos o nosso sofrimento e, muitas vezes, até ‘competimos’ com a ‘desgraça’ alheia. Na real, como temos a 'petulância' de pedir algo ao Criador, aquilo que queremos, se não sabemos nos comportar? Enquanto não encararmos o obstáculo como aprendizado e de forma elegante, não estaremos aptos a ter aquilo que almejamos. Portanto, observe-se e mude o seu hábito de reclamar, por outro de alguém que tem bons modos, maturidade e agradece pela oportunidade de estar exatamente onde precisa para se preparar e, assim, ser merecedor para alçar novos voos. 

Às vezes, para manter a ‘ordem’, o inferno será tão grande, que o confronto não compensa.

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  A narrativa do ‘é do meu jeito’, muitas vezes, priva nossos filhos de aprenderem a preservar a paz, dentro e fora de casa. Afinal, a briga do orgulho com a imaturidade reina em muitos lares. Crescemos com uma ideia infantil do que é uma família, e de como construir um lar. Imaginamos uma casa de revista, onde tudo está no seu devido lugar, inclusive decoramos com essa mentalidade, mas a vida não é uma imagem parada, e sim ações que ‘desorganizam’ a idealização da perfeição errônea que carregamos. E, onde há vida há movimento. Aliás, D’us nos dá exemplos claros, na natureza, de como será a nossa caminhada por aqui. Olhe as estações do ano… Tem a época de preparar o solo, plantar, regar, e todas 'bagunças' que essas ações trazem, e só lá na frente vamos colher. Em casa, e na vida é igual e a ‘desordem’ faz parte.  Estamos ‘criando’ pessoas que não abrem mão de nada. E para haver paz, harmonia e construção precisamos abrir mão de muitas coisas. E, o que surge dessa ‘criação’...

O problema de ‘um dia após o outro’ é que no ‘dia seguinte’ o resultado não aparece.

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A grande questão da geração touch, em que só com um clique as coisas ‘acontecem’, é que a biologia não segue o mesmo fluxo. Como explicar que existe, nessa dimensão, uma coisa chamada ‘tempo’ e que precisamos trabalhar a favor dele? O problema é que a ‘noção de tempo’ não funciona como gostaríamos, pois ele tem como ‘companheira’ a paciência. Um não anda sem o outro e para obtermos bons frutos, além das boas atitudes, precisamos aprender com a ‘dona paciência'. Na saúde, a dieta ‘sem regras’ um dia, que não é logo após comer aquele junk food, provavelmente meses ou anos dará o ar da graça e ‘pedirá’ as contas… Falta de energia, doenças serão algumas das coisas que aparecerão nesta conta. Espiritualidade é a intimidade que temos com D’us, e intimidade só temos com quem convivemos, ou seja, isso é um aprendizado diário em que busco e vivo D’us. Pessoas podem ser religiosas e não espiritualizadas, geralmente, vemos isso através dos frutos, nas ações. Não adianta ir atrás do Dono d...

Todos têm o direito ao silêncio.

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O problema da liberdade é que a maioria das pessoas não sabe lidar, de forma elegante, com ela. Se você for nos comentários, de qualquer rede social, a maioria começa com “eu acho” só que o post nem sempre é uma pergunta. Pessoas dão sua opinião, sendo que ela nem foi solicitada. O “eu acho”, de forma maldosa, mata diariamente mais que uma guerra.  Ninguém é obrigado a expor sua vida, aliás ninguém deveria. A discrição sobre a vida pessoal de cada um é algo que deve ser respeitado, e no caso dos jovens, deveria ser incentivada. Muitas pessoas passam horas nas redes sociais falando sobre o que comem, seus sentimentos, sua rotina entre outras coisas. Tirando as exceções, isso mostra muito da carência emocional e espiritual dessas pessoas. Afinal, não é só nosso corpo que deve ser alimentado, nossa alma deve ser nutrida diariamente e quando não damos a ela o alimento certo buscamos formas, como escape, para supri-la, nesse caso de forma errônea nas redes sociais. Seria como comer ju...

Cada fase tem seu desafio e sua beleza!

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Não adianta ficar, na retórica, preso a: “Na minha época era assim…” Porque nosso desafio é no aqui e agora. Incrementamos o nosso passado com um certo romantismo, necessário para que possamos esquecer a parte difícil. Mas, isso, na maioria das vezes, nos faz viver uma mentira e acabamos vendo o presente com um certo pessimismo. Achamos que a fase de bebê é difícil, depois a de criança, adolescente, jovem e assim por diante, justificando que fica cada vez mais tortuoso… Que a música de ontem era bem melhor que a de hoje, metemos o pau no funk, mas esquecemos que dançamos na boquinha da garrafa… E, com isso, a vida vai ficando ‘sem sal’ e vamos nos arrastando nesta sobrevivência. Claro, que cada fase tem seus desafios, porém, também traz consigo seus descobrimentos e encantamentos. Aquilo que trazemos na bagagem nos dá capacitação para aproveitarmos o momento atual. Temos que reconhecer, assim como tudo na vida, a parte boa do hoje. Jogamos os ‘problemas’ nas questões atuais e determina...

Ninguém é responsável pela sua parte emocional.

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Existem coisas que são intransferíveis, ou seja, só cabe a nós ‘resolver e carregar’, a nossa vida emocional é uma delas. Nos ensinam a ter independência financeira, mas esquecem de nos ensinar que temos que ser ‘livres’ também, na parte emocional, espiritual. Entregamos, aos outros, nossas carências, sonhos e o que esperamos da vida, como se escrevêssemos em um ‘post it’: “Faça isso acontecer”. Mas a vida não ‘acontece’ desse jeito, cada um é responsável em curar suas próprias feridas , e dar ao outro a liberdade, de - somente - entrar e participar da ‘refeição’ quando ela já estiver pronta, afinal, quem irá prepará-la é você. Digo ‘participar do banquete’ porque você não deve dar ao outro a liberdade, que não lhe convém, e muito menos, permitir que lhe faça infeliz, roube sua paz ou lhe tire do prumo. Você deve remanejar os sentimentos, ou melhor, ressignificar as coisas. Inclusive a forma como cada um irá reverberar em você.  Crescemos com o arquétipo estúpido da princesa ...

Respeite tudo e não desperdice nada.

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Algumas pessoas têm o hábito, horroroso, de associar excesso de luxo, desperdício à riqueza, mas é exatamente o oposto. Todas as coisas contêm energia, acreditando ou não. Aliás o mundo, a cada dia, avança para nos conscientizar que somos mais do que um ‘corpo físico'. Veja os celulares, a tecnologia que vai além, ou nem precisa mais, de um ‘cabo’. Hoje falamos em guardar coisas na ‘nuvem’... Já ‘alcançamos’ o céu, mesmo estando na Terra. Chegou a hora de compreender que não estamos aqui a passeio, e isso vai além de uma religião, falo sobre espiritualidade.   Todas as coisas têm uma faísca divina, mesmo as materiais. Cá entre nós, é impossível ver a natureza com toda a sua beleza, nuances de cores, formas, complexibilidade, organização e achar que não há ‘algo’ maior. Geralmente, olhamos as coisas conforme nosso prisma, aquilo que acreditamos, respeitamos e segundo a nossa história de vida. Para um pobre o que ‘vale ouro’, talvez, para um rico é besteira. Porém, temos de nos...

A sua energia impacta o mundo, mesmo quando você ‘só’ está cuidando da sua vida.

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Estamos neste mundo por algum motivo e não é só para fazer aquilo que queremos. Temos que ser responsáveis pela nossa casa, família, corpo, mesmo que a maioria só ‘empurra com a barriga’, porém aquilo que decidimos fazer no nosso mundinho particular, que inclui todas as áreas da nossa vida, impactam, sim, o mundo dos outros. Como a história da borboleta que bate asas aqui e que afeta o outro lado... Isso não significa que você tem que fazer, com a sua vida, aquilo que os outros fazem só porque todos estão fazendo, estou falando aqui de fazer exatamente o oposto. O que você veio realizar é o que fará a diferença no mundo. Gosto de pensar que o Criador é um ser que fez tudo para funcionar de forma abundante, funcional e bonita, o que não nos dá o direito de desperdiçar. Fomos enviados com habilidades/talentos exclusivos e específicos que quando colocados em prática fazem a diferença. Vamos pensar em pequenas ações, dentro de casa, que se cada um fizer a sua parte modificará o mun...

Será que não está na hora de rever algumas coisas?

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É tempo de usufruir da nossa co-autoria nesse mundo de forma sábia. Jogamos nossa responsabilidade privada e social nos outros. Fechamos os nossos olhos e seguimos o que achamos ser certo, mas assim como na educação das crianças existem fases que ao mudar necessitam de novos ajustes comportamentais, na nossa vida também é assim. Esquecemos, muitas vezes, de reavaliar uma decisão que foi tomada antes onde o tempo e o contexto eram outros. Carregamos ideias tão descabidas e ultrapassadas por não parar e analisar que acabamos nos violando sem perceber. Em todas as áreas da vida somos induzidos a evoluir, mas nem sempre ‘sacamos’ os sinais. Uma forma de perceber esses ‘toques’ que recebemos é quando a situação começa a ficar insustentável, sufocante e não funciona como antes ou esperávamos, lembrando que é a sua situação e não a dos outros. Vemos isso nas leis de um país, cidade que devem ser modificadas com o tempo, até para as pessoas não burlarem, porém isso ocorre, muitas vezes, po...

Não é porque você quer e pode fazer algo, que você deve fazer.

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          Vivemos uma época de valores imorais justificando que temos o direito e/ou dinheiro para fazer algo. Muitas vezes, nos damos o ‘direito’ de fazer as maiores loucuras, como desculpas daquilo que não assumimos consertar em nós. Sim, somos seres em evolução. O autoconhecimento deve andar de mãos dadas com a auto observação. Sempre é muito mais fácil esconder-se em frases como: “Eu posso”, “Eu tenho o direito”, “Eu tenho dinheiro”. Todas essas frases são verdadeiras e fazem sentido, em contextos e histórias diferentes. Porém, às vezes, não podemos nos dar o direito mesmo tendo dinheiro, e muito menos quando não o temos . É como uma alimentação saudável, devemos ter uma rotina de hábitos sadios para, de vez em quando, poder fazer concessões e não ao contrário. Mas a maioria vive com descuidos em tudo. Doenças surgem, falta de energia, relacionamento desfeitos, crianças perdidas, mal humor como resultado desse estilo de vida sem regras, ‘cheios de di...