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Os sentimentos são peças fundamentais para a vida.

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Não tenha medo de algumas emoções, elas são treinos importantíssimos para o futuro. Em uma olimpíada, entre escolas, dos meus filhos pude ver a importância das emoções, principalmente, em uma geração que aprendeu e acha que a vida acontece em ‘um clique’. Na verdade, muito ao nosso redor ocorre, tecnologicamente, na prontidão do tal clique, mas a nossa biologia não acompanha essa rapidez. Com isso, em situações que exigem que as emoções sejam exercidas de forma funcional nem sempre é assim que sucede, porém são essenciais para esse desenvolvimento. Afinal, durante toda nossa vida isso será a base para o desenrolar da nossa história. Durante os jogos, pude ver crianças vibrar, chorar, sair com raiva, gritar e todo tipo de sentimento humano possível. Vi pais vibrando, saindo do prumo e esquecendo que o oponente do filho não era inimigo, ou seja, dando um exemplo nada ‘fair play’. Mas, também, vi pais acolhendo, dando conselhos, sendo firmes, orientando, fazendo com que os filhos re...

“Eu só quero ser feliz" vem estragando muitas gerações.

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Educar é uma mistura de arte com um jogo de resistência. Como em cada arte há a sua exclusividade, planejamento e tempo para sua execução, cores, profundidade, beleza na sua apresentação. E, no jogo de resistência à sua estratégia, mudanças a cada novo obstáculo que surge, paciência, observação, entender o que pode esperar de cada ‘jogador’. Porém, vivemos em um mundo superficial, rápido e irresponsável. Todos querem a 'pílula mágica’, filhos bem sucedidos sem muito esforço - delegando para escolas e cursos o ‘resultado’ de uma ‘vida de sucesso’, e com a gente ocorre o mesmo. Queremos emagrecer milagrosamente, que o casamento funcione sem trabalho nenhum, que a casa arrume em um touch, que os filhos não dêem trabalho. Utopia, como em um filme, de uma hora e meia, onde busca-se a felicidade e tudo se resolve. Esse pensamento pobre está enraizado em várias culturas, inclusive na nossa. A percepção de felicidade é desde cedo associada à satisfação rápida, prazer instantâneo e mome...

Como é fácil ‘se perder’ no passado.

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                               Somos seres feito de histórias. Fazer faxina nos armários é quase uma releitura de si. Nos orgulhamos, entristecemos, ficamos com raiva de guardar tudo aquilo, de não usar aquilo que temos, lembramos do quanto lutamos e ficamos felizes ao conquistar ou ganhar tal objeto. Vemos ‘tiques’ e neuroses de família nas arrumações, sentimos falta de pessoas e daquilo que nos foi ensinado, ou seja, é uma terapia intensa. Porém, a essência de tudo isso é o quanto de passado ‘carregamos’ e que nos fazem bem ou mal. De tempos em tempos, precisamos nos ‘despir’ do passado. Encará-lo para enxergar o que realmente pertence a nós. Somos construções e desconstruções a vida toda. Costumo dizer que quando algum filho começa a ‘encrencar’ e ‘emperrar’ em alguma coisa, que antes não o fazia, é hora de parar e se perguntar: Qual a maturidade que ele adquiriu e que eu ainda não percebi? ...

Precisamos eliminar o mal do meio de nós.

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          Assim como precisamos cortar, podar e erradicar qualquer praga de uma planta, o mesmo deve ser feito em nossas vidas. Para alcançar o crescimento que almejamos, precisamos reconhecer aquilo que nos impede de crescer. Geralmente colocamos a culpa de qualquer problema em nossas vidas no outro, mas não podemos culpar o outro por algo que aceitamos ‘carregar’. Somos responsáveis pelo que fica e cultivamos na nossa vida. Devemos ter bom senso e reconhecer nossos limites. Nos cercar de boas ideias e pessoas. Entender que há coisas que não devem  entrar em nossas casas porque não seremos capazes de administrar o 'possível' estrago. Nos escondemos atrás de desculpas, que ‘estamos no controle de tudo’, para justificar os erros que queremos cometer.  Pensamentos que insistem em nos colocar para baixo são ervas daninhas que precisamos eliminar a cada dia. Ideias que não nos pertencem são amarras que não nos deixam viver a verdadeira liberdade....

Vivemos com o que recebemos, mas...

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  Para refletir: Qual a desculpa que você tem dado, em relação ao que recebeu, para justificar sua estagnação diante ao que deveria fazer? Evoluir, exige de nós deixar ‘bagagens’ que não nos pertence. Quais bagagens que você está carregando e que a/o impedem de ser alguém que possa ajudar o próximo?

O que você faz no 'seu mundinho' reverbera no mundo de todos.

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                 Nosso universo particular determina a próxima tendência mundial. Em reunião de escola, condomínio, sociedade pagamos o preço pelo que o outro fez. Regras são feitas para frear a falta de educação das pessoas. E o grande problema é que essa ‘falta de noção’, não pára no primeiro infrator, ela é repassada para os descendentes. Infelizmente, vemos pais irresponsáveis mostrando para os filhos ‘como é a vida’, com prioridades erradas. Crianças são educadas, ou melhor criadas, em casas onde os mesmos são tratados para serem um produto ‘promissor’, mas não gente. Pais que não estão a fim de fazer seu trabalho, muito menos serem exemplos, querem curtir a vida como se fosse o último dia, mas em noventa e nove por cento o amanhã chega e o preço é tão caro… Imagine essa próxima geração casando... Eles estarão dispostos a dividir a vida com alguém? Abrir mão da ‘sua verdade’ para, pelo menos, escutar o outro? Ah, não mesmo. Se os ...