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Uma geração amante dos direitos ‘desumanos’.

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De jovens que têm tudo,  independente da questão financeira, surgem seres disfuncionais.  O papo dentro de casa era: “Darei para meu filho tudo o que não tive.” A intenção foi boa, mas o estrago é visível a olho nu. Jovens que seguem a boiada, têm até o intuito bom em ajudar, porém assim como os pais que não tiveram bom senso, na educação, os filhos também não tem, na vida. Ou seja, jovens que não conseguem pensar, são um ‘copia e cola’ daquilo que vêem e, portanto, não têm capacidade intelectual de formular algo, julgar entre o certo e o errado. Uma geração que ‘chora e luta’ pela causa do outro, claro, isso pela internet já que se cansam fácil, pois não estão ‘familiarizados’ com trabalho. ‘Encantam-se’ pelo discurso mais bonito, geralmente, o que dá mais views, mas morreriam tamanho paradoxo entre o que defendem e a sua vida. Como, por exemplo, defender terroristas, pois esse jovens que lutam pela ‘igualdade’, a ‘liberdade’, a ‘existência’ de qualquer grupo que se incline ...

Os idosos não podem ser podados do poder de decisão.

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Uma coisa é ter respeito pelos mais velhos, outra é tratá-los como pessoas sem capacidade de decidir. Existe uma ‘infantilização’ no tratamento com os idosos. Digo, no sentido, de não achá-los aptos na habilidade de escolhas com o que querem. Claro, que há casos, seja por doenças ou outras situações, que alguém deve decidir. Mas, estou falando sobre tirar a dignidade dos idosos em circunstâncias que deveriam ser tratados com respeito pela idade e pela história de cada um, independente de concordarmos ou não com eles. Quando chegam em uma época da vida, que mereciam ser honrados com essa oportunidade de decisão, vem os filhos com uma super proteção infantil e desrespeitosa ao tratá-los como disfuncionais! Peraí, respeite o que eles já fizeram e onde já chegaram. Entendo também os filhos que querem retribuir aquilo que receberam dos pais, porém precisamos saber nosso lugar. Isso exige uma auto observação para ressignificar os papéis de uma forma sábia, e não o que vemos por aí.  Honr...

Ninguém tem o direito de falar e determinar quem é você.

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Acreditamos em mentiras que um dia jogaram sobre nós. Interessante ver como as pessoas vão se ‘encaixando’ em uma família. Como elas vão assumindo papéis que um dia criaram para justificar seu pertencimento naquele núcleo. “Você é preguiçoso, irresponsável, medroso, incapaz, burro, nunca ira casar por ser respondona, gorda, magra, desengonçada”, e por aí vai. Porém o mais triste é ver que essas ideias, muitas vezes, se perpetuam e a pessoa nunca sai do papel que um dia lhe atribuíram. Todos nós fomos marcados por alguma palavra ou característica, e como a água que se adapta ao copo, ou meio, fazemos o mesmo com o ‘cargo’ que nos deram. Levamos uma bagagem que nem sempre pertence a nós e construímos uma vida em cima disso. O bom de tudo isso, é que nós somos os únicos e exclusivos responsáveis por ser quem devemos ser. Claro que isso é uma opção de trabalhar a si mesmo ou ser ‘vítima’.  Não é fácil encarar as 'marcas' que carregamos e descobrir que na realidade aquilo não no...