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A matemática da maternidade não é exata.

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O que serve para um não serve para o outro. E isso é incrível.  A ‘justificação’ em cima da maternidade, principalmente nas redes sociais, virou um hábito. A real é que se não olharmos, entendermos e aceitarmos os nossos filhos - como são - nada funcionará. Vejo tantos pais tentando ‘jogar’ para o filho algo que não lhe pertence, que fica difícil algo fluir. Maternidade é um trabalho de formiga, ou seja, de constância e trabalho árduo que não dá para delegar, durante muito tempo. Precisamos de apoio sim, mas o trabalho é nosso e a responsabilidade também. Costumo dizer que filho veio para ‘desmontar’ tudo aquilo que a gente ‘achava’. E para aqueles que se abrem, isso é uma ‘delícia’. Nem sempre de forma prazerosa, mas transformadora e profunda. Descobri que mudar de opinião é incrível e libertador, e isso veio através dos meus filhos. Ser flexível nos faz aventurar em lugares novos. Logo nas primeiras horas com a criança, vemos a nossa ‘incapacidade’ diante do desconhecido. Sim...

A rotina é uma benção.

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Vejo com surpresa a ‘demonização’ do nosso dia a dia.  Matérias sobre como ‘não cair na rotina’ dão receitas cansativas e cafonas para casais lutar contra o inevitável. Ah, por favor, vivemos em uma realidade onde a rotina é necessária para qualquer crescimento, inclusive no casamento. Aliás, a disciplina anda de mãos dadas com a rotina e nos ajuda na educação dos filhos, no trabalho, na casa e em qualquer coisa onde almejamos crescer. Claro, que sair da rotina, às vezes, é necessário, mas vale lembrar: “A liberdade está na eterna vigilância”. Exceções não podem ser o protagonista do nosso dia a dia. O que temos que fazer é desenvolver e ter uma rotina agradável, mesmo com todo o trabalho. Entender que o esforço exigido é para nosso bem estar e evolução. Mudar aquilo que precisa ser mudado e desenvolver o prazer naquilo que vivemos. O casamento tem que ter uma rotina agradável, respeitosa. Intimidade não nos dá passe livre para falta de respeito. Têm coisas que não se fala para o...

A dor tem a sua finalidade.

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Nossas emoções distorcem o sentido da dor.  Toda dor - física, mental, espiritual - tem uma função, mas só você tem o poder de escolha se irá usá-la de acordo com o seu propósito. Você pode permitir que ela o limite, abale ou usá-la como catalisador para aprofundar se em si mesmo, nas suas crenças, e com isso ser um divisor de águas, a real finalidade da dor. Infelizmente, a maioria das pessoas estagnam diante a dor e sofrimento e perdem o entusiasmo pela vida.  A dor pode nos afastar ou nos aproximar de D’us. Se a usarmos de forma correta, ela nos ajuda a ter um relacionamento mais amplo, verdadeiro com o Criador e aprendemos que tudo tem sua hora, inclusive para a cura. Temos que respeitar o tempo das coisas e entender que não é enquanto estamos passando pelo sofrimento que iremos entender todo o ensinamento pelo o qual a dor foi ‘enviada’. Temos que passar pelo processo, para então atingirmos a magnitude daquele aprendizado.  Não podemos deixar que as emoções nos domin...

Precisamos eliminar o mal do meio de nós.

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          Assim como precisamos cortar, podar e erradicar qualquer praga de uma planta, o mesmo deve ser feito em nossas vidas. Para alcançar o crescimento que almejamos, precisamos reconhecer aquilo que nos impede de crescer. Geralmente colocamos a culpa de qualquer problema em nossas vidas no outro, mas não podemos culpar o outro por algo que aceitamos ‘carregar’. Somos responsáveis pelo que fica e cultivamos na nossa vida. Devemos ter bom senso e reconhecer nossos limites. Nos cercar de boas ideias e pessoas. Entender que há coisas que não devem  entrar em nossas casas porque não seremos capazes de administrar o 'possível' estrago. Nos escondemos atrás de desculpas, que ‘estamos no controle de tudo’, para justificar os erros que queremos cometer.  Pensamentos que insistem em nos colocar para baixo são ervas daninhas que precisamos eliminar a cada dia. Ideias que não nos pertencem são amarras que não nos deixam viver a verdadeira liberdade....